CREDIBILIDADE POLITICA

As perguntas que não querem calar:

Você ainda acredita em políticos?

Existem políticos honestos, sinceros, sérios, confiáveis…

No decorrer dos último anos, as ações e o comportamento de uma gama bem elevada de políticos de todas as esferas, tem debilitado a credibilidade da classe política a níveis muito baixos, passando a impressão de que não existem mais políticos sérios e honestos.

Esse panorama conduziu a tantos manifestos públicos e em redes sociais, alguns protestos tendenciosos e outros pedindo mudanças sem diferenciações de lado político partidário.

Talvez em função dessas manifestações ou pela necessidade de não ser inserido nesse quadro generalizado, bem como a chegada ao fundo do poço de alguns estados e municipios, vemos alguns politicos tomando posturas diferenciadas.

Tais posturas, mesmo sendo o modo ideal de ação recomendado pelo censo comum, acaba virando notícia, pois não é o normal a ser visto.

No entanto, nos levam a ter esperança de que, sim, existem políticos sérios, honestos e comprometidos. É necessário que acompanhamos suas condutas pra constatar a permanência nessa linha de ação.

CRIMINALIDADE E FAMILIA

Está lá no Facebook, por Dr. Dráusio Varela:

“Criminalidade tem relação com a desestruturação familiar.”

não me contive sem postar um comentário: “Descobriram a roda”

Tem anos que vemos programações televisivas e pronunciamentos diversos na mídia propagando a normalidade de formatos diferenciados de família.

Uma onda absurda do politicamente correto em que as pessoas devem se pronunciar conforme o que está sendo dito pelo censo comum midiático sob pena de ser achacado por muitos, principalmente sob o estigma de preconceito.

Na verdade não é uma questão de preconceito, é conceito mesmo. FAMÍLIA É A BASE DE TODA E QUALQUER SOCIEDADE.

Quando vemos a família sendo desestruturada, por consequência vemos a sociedade sendo desestruturada também. E uma das consequências é sim o aumento da criminalidade.

No próximo post, seguiremos abordando esse assunto… deixe seu comentário a respeito logo abaixo.

JULGAMENTOS PRECIPITADOS

Não sei qual a origem deste texto, quem é o autor, no entanto, achei muito importante que fosse postado, lido e refletido.

“Havia numa Aldeia um velho muito pobre que possuía um lindo cavalo branco.
Numa manhã ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira.
Os amigos disseram ao velho:
– Mas que desgraça, seu cavalo foi roubado!
E o velho respondeu:
– Calma, não cheguem a tanto.
Simplesmente digam que o cavalo não está mais na cocheira.
– O resto é julgamento de vocês.
As pessoas riram do velho.
Quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou.
Ele havia fugido para a floresta.
E não apenas isso; ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.
Novamente as pessoas se reuniram e disseram:
– Velho, você tinha razão.
Não era mesmo uma desgraça, e sim uma bênção.
E o velho disse:
– Vocês estão se precipitando de novo.
Quem pode dizer se é uma bênção ou não?
Apenas digam que o cavalo está de volta.
O velho tinha um único filho que começou a treinar os cavalos selvagens.
Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um dos cavalos e fraturou as pernas.
As pessoas se reuniram e, mais uma vez, se puseram a julgar:
– E não é que você tinha razão, velho?
Foi uma desgraça seu único filho perder o uso das duas pernas.
E o velho disse:
Mas vocês estão obcecados por julgamentos, hein?
Não se adiantem tanto.
Digam apenas que meu filho fraturou as pernas.
Ninguém sabe ainda se isso é uma desgraça ou uma bênção…
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o País entrou em Guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a se alistar, menos o filho do velho.
E os que foram para a guerra, morreram…
Quem é obcecado por julgar, cai sempre na armadilha de basear seu julgamento em pequenos fragmentos de informação, o que o levará a conclusões precipitadas.
Nunca encerre uma questão de forma definitiva, pois quando um caminho termina, outro começa, quando uma porta se fecha, outra se abre…
As vezes vemos apenas a desgraça e não vemos a bênção que ela nos traz…”

Mensagem que serve pra todos nós… inclusive pra mim, afinal, quantas vezes julgamos mediante as primeiras informações, sem que haja tempo de defesa.

Pra pensar e repensar…