Revolução Cultural e a Igreja

Cleber André Zanella

 

Será que a revolução cultural é capaz de nos influenciar na forma de pensar a teologia e a doutrina da igreja como um todo? Será que somos capazes de perceber a influência da Teologia da Libertação no dia a dia da igreja?

Muita gente por ingenuidade se espanta ao ouvir falar de Teologia da libertação justamente por que esta expressão já não se ouve mais. Porém, estamos num processo de hegemonia da Teologia da Libertação tão grande que ficamos tal qual como peixes que não conseguem ver a água porque ela os cerca totalmente. A Teologia da Libertação já tomou conta hegemonicamente.

Quando em 1989 caiu o muro de Berlim, houve uma sensação praticamente que generalizada de que o Comunismo havia sido vencido pelo Capitalismo. Porém, quanto mais nos afastamos daquela data mais claro fica, sob a luz dos tempos de hoje, que quem derrubou o comunismo foi o próprio comunismo. As grandes mentes pensantes do comunismo arquitetaram sua queda para poder voltar a trabalhar em silêncio e sorrateiramente para alastrar sua filosofia inculturada por todo o ocidente. O caminho para isso estaria na cultura já que naquela época o enfrentamento estava se desenhando pelas vias armamentistas, cuja forma os socialistas reconheciam sua gritante desvantagem.

De hoje, olhando para o passado, pode se ver que o Comunismo foi o grande vitorioso. Não só na Europa, mas inclusive no Brasil aos poucos a esquerda foi deixando de lado a luta armada e a guerrilha e assumiu outra roupagem através dos intelectuais formadores de opinião, professores, jornalistas, escritores e artistas. Até o fim do Período Militar praticamente toda a imprensa já estava alinhada a esquerda e assim o é até hoje, a cada dia de forma mais explícita. Apenas não é explícita para quem é peixe e não acredita em água por que jamais ousou saltar para fora dela.  

O princípio do trabalho Marxista pela via da cultura é sempre o de desconstruir e por abaixo aquilo que ele julga como velho, antiquado, engessado e fora do padrão da civilização atual. Tudo aquilo que segundo ele, oprime e diferencia as pessoas umas das outras dentro da sociedade. Traduzindo; é aquilo que trouxe a humanidade a séculos sob a égide da moral, dos costumes e da tradição até os tempos atuais que precisa ser destruído e posto abaixo em nome da revolução.

Todo destruidor tem em comum a construção de uma cortina de fumaça de auto propaganda. Ele vai dizer que ama os pobres, que se preocupa com as lutas sociais, com os direitos dos oprimidos, com a justiça social e etc…

Em visita ao Parlamento Romano, em Setembro de 2011, o Papa Emérito Bento XVI proferiu as seguintes palavras: “A cultura da Europa nasceu do encontro entre Jerusalém, Atenas e Roma. Do encontro entre a fé no Deus de Israel (Jerusalém), na cultura filosófica dos Gregos (Atenas) e no pensamento jurídico de Roma. Este tríplice encontro forma a identidade íntima da Europa na consciência da responsabilidade do homem diante de Deus e no reconhecimento da sua dignidade inviolável de cada homem. Este encontro fixou critérios do direito cuja defesa é nossa tarefa neste momento histórico.” Esta frase do Papa consolidou sua posição diante dos homens. De que lado ele estava e claramente contra o que ele se posicionava: a revolução, os destruidores, os propagandistas.

O Papa deixou um catecismo muito claro onde ele nos diz que precisamos defender essas três grandes colunas da cultura ocidental; a Fé Cristã, a Filosofia Grega e o Direito Romano. E é aqui que está a grande guerra cultural, pois existem movimentos muito fortes (especialmente dentro da igreja) e presentes tentando derrubar estas três colunas que, não mantém apenas a verdadeira igreja de pé, mas toda a sociedade civil sob e tutela da verdadeira liberdade e longe do culturalismo da diversidade como fim para a revolução.  

A Igreja é nos dias atuais e sempre foi o grande inimigo do Comunismo. Portanto, não creia em auto proclamadores propagandistas da boa fé! A chave para descobrir o que alguém realmente pensa é perguntar contra o que ela luta? Contra o que ela se posiciona? Porque é muito fácil dizer que ama os pobres. Muita gente ama os pobres e não é um Teologo da Libertação. Madre Teresa amava os pobres e não era da Teologia da Libertação. Mas, se este alguém disser por exemplo que é contra qualquer estrutura do Catecismo da Igreja, contra a liturgia tal qual está no missal, contra o capitalismo ou os Estados Unidos como exemplo, pare e analise. Você está diante de alguém que pensa conforme a Teologia da Libertação. É mera propaganda e há um vazio de obras. Fique atento para a propaganda. Ela pode ser boa, aparentemente, mas no fim não é de Cristo, não é da igreja. É do Comunismo. Vamos combater.

*A Viagem é Tão Curta!!!*

Recebi esse texto pelo wattsapp.
Representa muito bem o que eu acredito e tento viver, entao resolvi compartilhar aqui no blog.
Vale muito a pena ler.
*Com carinho*☺

*A viagem é tão curta!!!*

Uma jovem estava sentada num transporte público quando uma senhora, mal-humorada e velha, veio e sentou-se ao lado dela batendo-lhe com suas numerosas sacolas. Uma pessoa sentada do outro lado, ficou injuriada com a situação e perguntou à moça por que ela não reclamou ou disse algo para a velha senhora!

A moça respondeu com um sorriso:

– Não é necessário ser grosseiro ou discutir sobre algo tão insignificante, *a jornada juntos é tão curta …*
Já desço na próxima parada!

A resposta merece ser escrita em letras douradas no nosso comportamento diário e em toda parte!!!

*Não é necessário discutir sobre algo tão insignificante, nossa jornada juntos é tão curta*

Se cada um de nós pudesse perceber que a nossa passagem por cá tem uma duração tão curta;
Por que escurecê-la com brigas, argumentos fúteis, *não perdoando os outros,* com ingratidão e atitudes ruins?!!!

Isso seria um grande desperdício de tempo e energia!!!

*Alguém quebrou seu coração?
*- Fique calmo, a viagem é tão curta…*

Alguém lhe traiu, intimidou, enganou ou humilhou você? *- Fique calmo, perdoe, a viagem é tão curta…*

Qualquer sofrimento que alguém nos provoque, vamos lembrar que *a nossa jornada juntos é tão curta…*

Portanto, sejamos cheios de gratidão e doçura.
A doçura é uma virtude nunca comparada ao caráter mau ou covardia, *mas melhor comparada à grandeza.*

*Nossa jornada juntos aqui é muito curta e não pode ser revertida…*

Ninguém sabe a duração de sua jornada.
Ninguém sabe se terá que descer na próxima parada….

*Vamos, portanto, acalentar e manter a doçura e amabilidade com os amigos e familiares!!!*
Vamos tentar nos manter calmos, respeitosos, gentis, gratos *e perdoar uns aos outros.*

*Se eu te machuquei, peço perdão.*

E lembre-se:
*A viagem aqui é tão curta!!!*

Mas mesmo sendo curta, sempre há tempo para reavaliar, voltar atrás e se necessário for, recomeçar de novo.

Qual é o seu espectro político? (Opinião)

CLEBER ANDRÉ ZANELLA

O Brasil possui fraquíssimas notas escolares e colocações vergonhosas nas últimas medições internacionais do ensino. Sendo assim, não é de se esperar que a população, em geral, domine temas específicos, mesmo que sejam temas corriqueiros do dia a dia falados nos principais veículos de comunicação. Cultura e conhecimento político por exemplo – no sentido de posicionamento – que é o fator que nos ajudará na escolha do candidato na hora do voto. O cidadão comum normalmente não sabe avaliar e/ou reconhecer nos candidatos, aquele que pode representar melhor as suas convicções e pretensões (dele, eleitor) caso eleito.

O cidadão escolhe o seu candidato, seja para qual cadeira for, muitas vezes pela sua “fama”, pela sua aparência ou meramente pelo seu discurso. O Eleitor mais preocupado observa as promessas (que depois não fiscaliza ou acompanha se são realmente cumpridas) para sentir se o candidato está prometendo cuidar daquela área de interesse do próprio eleitor. Ao não ser fiscalizado e cobrado pelo seu eleitor, o político sabe que caprichar no discurso lhe renderá votos, até mesmo sabendo ele próprio (o político) que não cumprirá as mesmas promessas. Outros políticos se perpetuam por causa de alguma coisa qualquer, seja trabalho/obra ou emenda com recursos, fruto de seu mérito no mandato anterior. Os políticos em reeleição são especialistas em multiplicar o que fizeram através do seu discurso para ganhar votos, mesmo que tenha sido muito menos do que poderia ter feito. E funciona! Na falta de conhecer melhor o viés de cada candidato, acabamos escolhendo os mesmos e perpetuando (na maioria das vezes) grandes ladrões da Nação.

Hoje discussões sobre viés políticos tem se intensificado nas redes sociais e se tornou comum ver bate-bocas acalorados por conta de Esquerda, Direita e tudo o que esses espectros carregam em sua bagagem.

Esquerdistas quase sempre tentam jogar alguém como ruim, ou algo, como ruim também, a direita e assim tachar/rotular esse alguém/algo com termos pejorativos. A verdade é que nunca tivemos no brasil uma verdadeira direita com nomes representativos, com líderes eleitos, ou com um legado de serviço ou mesmo com desserviço. Nem mesmo o Período Militar se destaca como Governo de Direita e uma das razões foi ser um período de grande avanço estatal. O governo militar foi responsável por criar inúmeras empresas do estado, como por exemplo, as Universidades Federais. Outra razão para não se considerar o Período Militar como de direita foi de, o Governo Militar, jamais lutar contra o comunismo ou socialismo cultural. Prova disso são as próprias Universidades Federais servindo como um celeiro de acadêmicos enviesados a esquerda no espectro político. Os militares se atenham a enfrentar a guerrilha promovida pelos grupos guerrilheiros da época enquanto deixavam a educação e a cultura na mão da esquerda. O Resultado é o total aparelhamento das universidades, carregadas de militantes que desenvolvem o papel de professores apenas como um elemento extra da sua docência. Seu grande papel é militância. No jornalismo e na ficção também se observa uma grande camada de profissionais posicionados a esquerda. Profissionais que produzem material lúdico ou jornalístico com visões bastante tendenciosas e parciais em favor da ideologia Marxista, socialista, comunista e Globalista. Grande parte deles defendem regimes e ditadores como da Venezuela, atacam os valores ocidentais como família, religião, moral e costumes, bem como o capitalismo, mas quando escolhem mudar de país, o destino quase sempre é o maior país capitalista e símbolo da cultura ocidental (Judaica e Cristã), os Estados Unidos da América.

De fato, nunca tivemos no Brasil uma direita atuante e motivada (alguém pronto para defender os valores e a moral cristã, a cultura do ocidente, a família, o direito a autodefesa com posse de arma de fogo, a participação mínima do estado na vida da sociedade e etc…).

Se você, leitor, acredita ser de direita, ou confiar em políticos de direita e dessa forma é filiado a partidos como PSDB ou PMDB por exemplo, provavelmente você foi enganado e está comprando uma notícia falsa destas que o jornalismo e a esquerda e extrema esquerda vendem o tempo todo. Partidos como PSDB E PMDB não são de direita. PMDB e PSDB são de esquerda, porém mais ao centro como sendo de centro-esquerda. O que muda entre os partidos que são de centro-esquerda dos demais mais a esquerda é o seu perfil mais Liberal. Eles acreditam em livre iniciativa, iniciativa privada, empreendedorismo como ponto alto para a economia, pouca participação do estado, com menos estatais. Por outro lado, o que os torna também de esquerda, apesar do liberalismo, é a forte regulação imposta ao cidadão através de leis como por exemplo o estatuto do desarmamento que tira do cidadão o direito sumário a autodefesa, a legalização do aborto, a legalização das drogas, a submissão a órgãos de governança global (entidades que não representam os povos, sociedades, seus costumes e tradições) não eleitos pelo povo e representativos somente a governos, como a ONU, UNICEF, UNESCO entre outras, a submissão a acordos multilaterais como acordos do clima e tratados de comércio em grupos de países. Todos esses aspectos identificam um partido político ou um político a um viés de esquerda.

Como Partido de esquerda, o maior exemplo no Brasil é o PT – Partido dos Trabalhadores. O que diferencia o partido de esquerda de os de centro-esquerda é, além de todos os itens citados acimas, uma tendência objetiva ao socialismo como meio de governo. Durante os 13 anos de governo do PT no Brasil, o processo de implementação do socialismo só não foi consolidado devido a um projeto muito maior e audacioso (do próprio PT), o de transformar todo o continente latino americano em socialista através de fortes investimentos do nosso dinheiro público em outros países socialistas do continente. O PT ajudou com recursos e marketeiros qualificados e teve sucesso em muitos países. Em outras situações empregou dinheiro do contribuinte brasileiro para obras de infraestrutura nesses países e até em países da África. Alguns exemplos como provas disso foram os famigerados: empréstimo com recursos do BNDES para a construção do Porto de Mariel em Cuba e doação de refinaria da Petrobrás situada na Venezuela, à própria Venezuela. Ainda é exemplo de governo a esquerda, no governo Petista, a alta taxação de impostos e a criação de novas estatais. Foram criadas, segundo levantamento do estudo Brasil Real, publicado pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV), 43 novas estatais durante os 13 anos em que o PT esteve no governo. Somente as 28 estatais não-financeiras, do total das 43, geraram somadas um prejuízo ao erário público de 8 bilhões de reais.

Além dos partidos posicionados a centro-esquerda e esquerda como os exemplos acima, ainda existe uma ala de partidos de extrema-esquerda, a ala dos radicais, intervencionistas estatais, defensores do comunismo como meio de governo, doa a quem doer. Exemplos destes partidos são o PSOL e o PCdoB.

Um fator que todos eles têm em comum é, no discurso e, somente no discurso, se colocar como monopolistas da defesa dos pobres e das minorias. Através do discurso, sem o mínimo compromisso com a verdade das suas próprias convicções, os militantes conseguem usar carga emocional, através de palavras e jargões, clichês e provérbios que tocam a ingenuidade da população menos atendida culturalmente.

Desde o famoso “essa luta e pelos trabalhadores” até o “nós defendemos os interesses dos pobres”, uma leva de discursos prontos são repetidos todos os dias pelos políticos de esquerda. Sempre com o tom emocional, com palavras de ordem e monopolizando as minorias para si (como se qualquer um que se oponha e ele passasse automaticamente a ser contra os pobres e minorias), num ato de covardia e corrupção intelectual dos ouvintes mais ingênuos.

Nunca houve, portanto uma direita efetiva com candidatos efetivos, com partidos efetivos e que tenham marcado na história sua atuação e diferenciação.

Hoje nota-se um esforço muito grande de praticamente 100% da mídia em desfazer da direita o seu verdadeiro espectro, associando-a a regimes sanguinários do passado, como o Nazismo e o Fascismo, sobrepondo a esses modelos de governo que nasceram de ideias marxistas e foram “aprimorados” por seus criadores (que faziam críticas ao Comunismo por crer que ele era falho e necessitava de melhoria), passando a ter cara própria e identificação própria frente a história. O que não os torna ser de direita o fato de serem críticos do comunismo, pois eram estatistas, sindicalistas e eugenistas. Também é possível se ver, nesta mesma mídia, sempre o tratamento de “Extrema” Direita a qualquer político ou pensador que se posiciona. Nunca o dizem como de direita, mas sempre radicalizando, como extrema ou até mesmo Ultra Direita.

A verdadeira direita é composta por Conservadores e é moderada. Ser conservador, ao contrário da impressão que muitos tem, não é ser retrógrado ou antiquado, mas jamais desconsiderar o passado em detrimento do futuro. Um Conservador é sempre um reformador. Jamais um revolucionário (esquerda). Para ser reformador, um político precisa ter amplo domínio da história da sua sociedade para que a partir de tudo o que deu certo, ou até mesmo do que deu errado (até mesmo para corrigir), aperfeiçoar e evoluir. Por outro lado, um revolucionário tende a jogar fora o conhecimento armazenado e mantido por milênios em sociedade para revolucionar e fazer tudo novo. Para alguns, na teoria até parece bom, mas jamais funciona na prática porque tira dessa própria sociedade toda a sua base.

A “falsa impressão” que muitos tem sobre o termo (a palavra) Conservador não a toa vem sendo construída a muito tempo e de diversas maneiras. A mais fácil de perceber é através da imprensa. Sempre que alguém é descrito, em matéria, texto ou reportagem como conservador, em seguida surge um termo ou comparação que tornam a expressão um tanto pejorativa.

Por exemplo: Durante a solenidade da posse do Papa Francisco, a repórter que cobria a instauração do novo papado expressou: “O Novo papa vem com uma missão de substituir o Papa Bento XVI, um Conservador, e resgatar o carinho dos fiéis deixado pelo antecessor o Papa João Paulo II”. Note que na sentença, o termo “Conservador” é mais do que meramente um adjetivo, mas leva o interlocutor a associar, ser conservador e não possuir o carinho que o Papa anterior possuía e que agora é a missão do próximo Papa. São pequenos motes que muitas vezes passam despercebidos, mas que vão colocando na mente das pessoas uma resistência a algo ou até mesmo alguém. Sempre que você ouvir a palavra Conservador, você tem uma má impressão inconscientemente.

Enfim, está na hora de surgir no Brasil uma direita forte, conservadora e com coragem de apontar o dedo para a corrupção da inteligência programada e imposta ao povo. Enxugar o estado e dar fim a eterna retórica de Negros contra Brancos, Gays contra Héteros, Mulher contra Homem, Filhos contra Pais, pois uma sociedade que se divide em grupos opostos é facilmente dominada.

É tempo de acabar com a mordomia do bandido que hoje possui mais voz e vez do que o próprio Policial. É tempo de ensinar nas escolas a verdadeira história sem marxismo e sim a história verdadeira que a mais de meio século vem sendo escondida. É hora de abandonar tratados e acordos multilaterais, órgãos de governança global como a ONU e seus paralelos. É hora de tirar a mão do estado de sobre o direito inviolável do cidadão de bem poder prover sua própria segurança e da sua família tendo sua própria arma em casa. É preciso acabar com o discurso pró aborto que em linhas tortas visa controlar as populações mais pobres que seriam as mais “beneficiadas” pela barbárie do aborto, que controlaria a população especialmente os negros, que estão mais presentes entre os pobres em pequenas localidades, favelas e guetos. É hora de bandido na cadeia. E hora de NÓS, cidadãos fazermos nossa parte. 2018 tem eleições e é logo ali.

CONSERVADOR (Direita) x SOCIALISTA (Esquerda)

Esse assunto te interessa?

Se sim, parabéns! Se não, tá na hora de repensar…

Você sabe a diferença entre Conservadores (Direita) e Socialistas (Esquerda)?

Você sabe o que significa cada um deles?

Sabe o que propõe cada um desses lados da moeda?

O que defendem os conservadores?

O que defendem os socialistas?

O que temos de cada um no Brasil hoje?

Como foi no passado? Houveram Conservadores e/ou Socialistas?

Informo que é um assunto que domino parcialmente há muito tempo, e tenho intensificado meu interesse ao longo do tempo. Mas ciente de que meu Irmão, Cleber André Zanella domina o assunto melhor do que eu, pedi a ele que escrevesse afim de publicar nesse humilde canal de informações, a partir do coração da Amazônia, conectando pelo mundo via internet.

Imaginando que possamos atingir um grande numero de pessoas, conto com a leitura integral de vocês em nossas próximas postagens, onde trataremos destes assuntos.

Contamos que os leitores acompanhem e possam se posicionar no espaço reservado aos comentários logo abaixo.

Lembrando que as opiniões no debate devem prevalecer no âmbito das ideias, contra ou a favor, de um lado ou de outro, evitando os radicalismos que normalmente diminuem o nível intelectual desses debates.