ATIVISMO DIGITAL X MILICIA DIGITAL

Existe diferença entre Ativismo Digital e Milícia Digital?

Cada vez mais presente em toda parte, a comunicação digital tem provocado diferentes ações e reações.

Há uma evidente mudança na forma e na velocidade que as informações chegam às pessoas. Antes com exclusividade pela grande midia (TV, rádio e jornal). Hoje através das Redes sociais.

Dentro desta dinâmica, dois grupos vem sendo estereotipados.

A esquerda brasileira que há tempos mantém o domínio na disseminação das informações, através da mídia tradicional. Ao perceber que um número consideravelmente grande de pessoas com pensamento alinhado ao então candidato a presidente Jair Bolsonaro, passou a fazer uso das redes sociais para disseminar informações de interesse mútuo; passou a denominar esse grande grupo pejorativamente como milícia digital.

A própria esquerda utiliza-se das redes sociais para disseminar informações que lhe são pertinentes. No entanto, intitulam-se como ativistas digitais.

As ações de um grupo ou de outro são similares, no entanto, como foi a própria esquerda que deu nome à ambos, tenta fazer pensar através do nome “milicia”, que seus adversários agem como organização criminosa ou de forma irregular. Quando todos sabem que quem tem dezenas de pessoas enrolados judicialmente é a esquerda.

Portanto, não se deixe enganar pela falácia que a esquerda brasileira é especialista em utilizar.

BNCC

Eis que chega a Nova BNCC.

Precisa ser implantada? Legalmente sim, por imposição legal do sistema.

Mas afinal de contas o que significa ter uma Base Nacional Comum Curricular? O que está contido nas intenções da BNCC? Quais são os resutltados práticos previstos em termos de melhoria com a implantação da Nova BNCC?

Desde a década de 80 o Brasil passa por um processo de mudanças no sistema educacional, contínuo e direcionado.

Por falta de Conhecimento, por ingenuidade, entre outros fatores, as pessoas não se deram conta da intencionalidade do processo em retardar o aprendizado e diminuir o acesso ao conhecimento, tornando nossos alunos menos esclarecidos.

Como podemos visualizar de forma prática que isso vem ocorrendo Brasil?

Podemos começar pelo processo de diminuição das médias de aprovação, que de 80 passaram pra 70, depois pra 60 até chegar à média 50. Não satisfeitos incluíram as dependências de estudos e a progressão automática.

Quais as consequências práticas de tais medidas no ensino aprendizado de modo geral?

É fato que, quanto maiores são as exigências, maior é o esforço despreendido para superar as metas. Quando são diminuídas as exigencias (media final) também vai diminuindo a necessidade de envidar esforços para que as metas sejam atingidas. Consequentemente o nível de conhecimento, de aprendizado também fica aquém, conforme mostram os índices oficiais nacionais disponíveis.

Some-se às alterações no nível de exigência para aprovação, o fato de ter sido posto como referencial educacional, uma pedagogia que vitimiza o aluno e vilaniza o professor. Ao vitimizar o aluno e vilanizar o professor, o sistema vai despindo o professor, que é ator vital no processo de transferência e promoção da produção de conhecimento, de autoridade e gerência sobre o aluno e sobre o processo cognitivo.

Isso força uma desvalorização à instituição “professor”, que somado ao fato do aluno não poder ser cobrado por resultados efetivos da mesma forma que antes, corroboram aos índices atuais.

Nesse mesmo período, surge o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente; muito bom por sinal. Mas que tem tido enfatizados de forma generalizadas, os diretos das crianças e os deveres dos pais, em campanhas distorcidas, que levam à um afrouxamento educacional familiar, principalmente nas famílias já formadas por indivíduos portadores de pouca formação.

Essas crianças que chegam ao ambiente escolar sem o hábito da obediência e sem limites estabelecidos, é posto como vítima da sociedade e da Escola. Quando o professor precisa ser mais firma para contornar tais comportamentos é taxado de vilão.

E aí, temos a criação, na década de 90 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, endossando e normatizando todo esse processo. Trazendo como grande bandeira, a definição e a unificação curriclar, que também podemos definir como a unificação do pensamento.

E quando falamos em unificação do pensamento, nos referimos exatamente em fazer com que todos pensem igual acerca de todos os assuntos curriculares. Principalmente em relação aos fatos históricos, às personalidades históricas e aos sistemas de governo. Esse processo é todo elaborado e definido através do Livro didatico escolar.

Quando fizemos pequenas investigações, percebemos claramente as distorções históricas e a tendência ideológica, presente nos livros didáticos na tentativa de ajustar o pensamento coletivo em uma mesma direção.

Ocorre que, o mesmo grupo que foi impedido de chegar ao poder em 1964 pelos Militares, passou o Período Militar todo se organizando e seguindo a cartilha Gramsciana: “Não tomem quartéis, tomem escolas, a mídia, as artes, a cultura. Não ataquem pessoas, ataquem ideias.” Para efetivamente chegarem ao poder. E assim o fizeram.

Quando os Militares entregam o poder, apenas a esquerda estava devidamente organizada, e vem se alternando no poder desde então. E no afã de se manter no poder, todas as ferramentas deveriam ser utilizadas, inclusive proporcionar a falta de conhecimento por parte da maioria da população.

É neste ínterim, que entra a Base Nacional Comum Curricular e os fatos supra citados. Ao analisar a mesma, vemos uma gigantesca teorização, que ao final, não conduz à patamares de excelência em termos quantitativos educacionais. Muito pelo contrário, formam seres que apenas reproduzem um estereótipo educacional pre-estabelecido, desprovidos de curiosidade, principalmente, de curiosidade científica.

Se quisermos alcançar uma educação de qualidade aos Brasileiros de modo geral. Iniciamos por, identificar de forma simples, as problemáticas do processo. Façamos a elaboração e elencamento de metas e objetivos palpáveis e factíveis. Seja dada infraestrutura necessaria em cada escola para dsenvolver o trabalho com excelencia. Iniciemos um processo de reestabelecimento valoral do magistério do professor. Façamos a inserção de práticas educacionais motivadoras, capazes de despertar a curiosidade e o interesse de nossos alunos. Defendamos os valores morais com ênfase na manutenção e reestruturação familiar, assim teremos alunos que chegam à escola com base familia em educação, comportamento e incentivo aos estudos.