MUNDURUKUS!!!

      Por centenas de anos, no seio da Amazônia, vive o Povo Munduruku. Índios com tronco linguístico Tupi, espalhados por uma ampla região nos Estados do Amazonas, Mato Grosso e Pará. Mas foi ao longo do Rio Tapajós e seus afluentes do lado oriental (margem direita) que que se estabeleceu, uma das maiores nações indígenas em um mesmo território, mais precisamente, no município de Jacareacanga.

     Um povo com características de estatura física um pouco menores que os padrões pré estabelecidos, mas de uma valentia inabalável, que deu posse ao território no passado, e que os impulsiona cada vez mais em busca de seus diritos e novas conquistas.

    “O nome “Munduruku” é o nome com que um grupo rival dos Mundurukus, os Parintintins, os denominam. Significa “formigas vermelhas” e é uma referência ao ataque em massa que os Mundurukus costumavam realizar sobre seus inimigos. Segundo seu mito de origem, os Mundurukus foram criados por Karosakaybo (Grande Deus) na aldeia Wakopadi, próximo às cabeceiras do rio Krepori. Na segunda metade do século XVII, começaram os primeiros contatos registrados com os não índios. Nessa época, os Mundurukus dominavam o vale do Rio Tapajós, região que era conhecida como Mundurucânia”. (fonte Wikipédia).

     Em Jacareacanga hoje, vivem aproximadamente 14 mil Índios Mundurukus distribuídos em mais de 115 aldeias.

     Muitas informações sobre os Povos indígenas, inclusive os Mundurukus, você encontra no site: http://pib.socioambiental.org/pt/povo/munduruku/, entre outros.

Agência faz primeira audiência sobre concessão da BR-163 de Sinop-MT a Miritituba-PA

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realizou, ontem, em Brasília, a primeira sessão presencial da audiência pública para discutir o Programa de Exploração da Rodovia (PER) e os estudos de viabilidade para concessão da BR-163 entre Sinop e Miritituba.

Mais duas audiências estão agendadas, sendo a próxima em Itaituba, no Pará, no dia 21, e a última em Sinop, no dia 26, das 9h às 13h, na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). De acordo com informações da assessoria de imprensa da ANTT, neste primeiro evento, 58 pessoas participaram e 20 contribuições foram registradas. Os interessados podem enviar suas sugestões até as 18h (horário de Brasília) do dia 12 de fevereiro, por meio do site da Agência, que também contém todos os documentos para consulta.

O trecho a ser concedido tem 976 quilômetros, no trecho da BR-163 do entroncamento com a MT-220 até Miritituba (PA). A concessão consiste na exploração por 30 anos da infraestrutura e da prestação do serviço público de recuperação, conservação, manutenção, operação, implantação de melhorias, pavimentação, ampliação de capacidade e manutenção do nível de serviço.
O segmento rodoviário abrange 12 municípios nos dois estados, regiões com grande escoamento de grãos para importação e exportação. Está prevista, pelo mecanismo do gatilho de tráfego, a duplicação de 246,8 quilômetros da rodovia e a implantação de marginais e melhorias em dez travessias urbanas. A execução dos trabalhos iniciais, a conclusão da pavimentação (118,6 quilômetros) e a construção de quatro pontes nos primeiros dois anos da concessão são condições para o início da cobrança de pedágio. Os postos para cobrança das tarifas serão instalados em Itaúba, Guarantã do Norte, Novo Progresso (dois em locais diferentes), Altamira, Trairão e Itaituba. São esperados R$ 6,6 bilhões em investimentos por parte do consórcio que arrematar o trecho. Os custos operacionais giram em torno de R$ 3,18 bilhões.

DE GRAÇA? KKKKK!!!!!!

De um texto extraído da internet que retrata muito bem a nossa realidade.

“a metade de uma aula em uma universidade, um dos alunos, inesperadamente perguntou ao professor:

– você sabe como se capturam os porcos selvagens?

O professor achou que era uma piada e esperava uma resposta engraçada. O jovem respondeu que não era uma piada, e com seriedade começou sua dissertação:

– você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e puxando um pouco de milho no chão. Os porcos vêm diariamente comer o milho de graça. Quando se acostumam a vir diariamente, você constrói uma cerca ao lado do local onde eles se acostumaram a vir. Quando se acostumam com a cerca, eles voltam para comer o milho e você constrói outro lado da cerca…

Eles voltam a acostumar-se e voltam a comer. Você vai pouco a pouco até instalar os quatro lados do cercado em torno dos porcos, no final instala uma porta no último lado. Os porcos já estão habituados ao milho fácil e às cercas, começam a vir sozinhos pela entrada. É aí quando você fecha o portão e captura a todo o grupo.

Simples assim, em um segundo, os porcos perdem sua liberdade. Eles começam a correr em círculos dentro da cerca, mas já estão sujeitos. pois, começam a comer o milho fácil e gratuito. Ficam tão acostumados a isso que esquecem como caçar por si mesmos, e por isso aceitam a escravidão; mais ainda, mostram-se gratos com os seus captores e por gerações vão felizes ao matadouro.

O jovem comentou com o professor que era exatamente isso que eu via acontecer no seu país, no seu estado, em sua cidade, no seu povo.

Onde governos ditatoriais, escondidos sob o manto “Democrático”, lhes esteve jogando milho gratuito pelo tempo suficiente para alcançar a mansidão sistemática.

Cada novo ” Governo Salvador ” disfarçando em programas de ajuda com suas esmolas, dá dinheiro, missões, planos, remissão, leis de “Proteção”, Subsídios para qualquer coisa, expropriações indevidas, programas de “Bem-estar social”, Festas, feiras ou festivais, uniformes, úteis, transporte “Grátis”,
G R A T I s!

Toda essa gratuidade que nos oferecem os governantes e cheia de felicidade para um povo acostumado com as migalhas do milho fácil e gratuito, roubam-nos a capacidade de ser críticos pensantes e pessoas empreendedoras.

No entanto, claro que nada nos saiu de graça. “Não existe almoço grátis”.

NADA É DE GRAÇA! Você é quem deve comandar o seu destino.

Uma vida extraordinária é viver e ver além do “cercado”.

Tenho a leve impressão que o autor do texto refere-se ao Bolsa família e outras tantas bolsas, ao milho jogado aos porcos, na fábula.