CARNAVAL NO BRASIL

 

Há três dias vinha pensando em escrever a respeito do que penso sobre o Carnaval, ou melhor, sobre a imagem que principalmente a mídia passa a respeito do que é, e de como é o Carnaval no Brasil.

Aí eu encontro esse texto, um Artigo publicado no Jornal A Tarde, coluna Opinião, em 23-02-2017

A palavra Carnaval, segundo alguns linguistas, é composta da primeira sílaba de velho provérbio latino: Carne nada vale (carnis levale), também interpretado como “festa do adeus à carne”.

Equivale dizer que se deve aproveitar a vivência carnal para desfrutar-se até a exaustão os prazeres sensuais proporcionados pelos festejos.

A sua origem perde-se na poeira dos tempos, inicialmente entre os egípcios, em festa de homenagem a Ísis, mais tarde entre os judeus, os gregos, os romanos (as saturnais) até quando a Igreja o aceitou… Posteriormente, passou a ter aspectos mais amplos e Paris encarregou-se de divulgá-lo ao mundo. Na atualidade, o Brasil é o grande campeão do Carnaval, e, segundo o Guinness Book, o do Rio de Janeiro é o maior do planeta, com dois milhões e duzentos mil foliões, seguido pelo de Salvador, Recife, Olinda…

É a grande bacanal em que tudo é válido, desde que proporcione prazer.

À medida que os valores éticos foram perdendo a força do equilíbrio e da razão, tornou-se a grandiosa exposição de erotismo e de vulgaridade, a prejuízo da sensatez e da dignidade.
Realmente, não é o Carnaval o responsável pelos descalabros a que grande parte da sociedade se permite, mas, sim, a oportunidade para desvelar-se, cada qual, da persona que lhe oculta o ser profundo.
Objetivando ser uma catarse a muitos conflitos, momento de liberar-se da melancolia, de distrair-se, de sorrir e bailar, quase numa peculiar maneira de terapia do júbilo, os instintos primários assumiram o comando do indivíduo, fazendo-o liberar-se das paixões inferiores, por intermédio do exibicionismo e do total abuso sexual. Ao mesmo tempo, a fim de contrabalançar os limites orgânicos, as libações alcoólicas, as drogas de estímulo com graves consequências, os relacionamentos apaixonados e perigosos, a violência que se faz liberada pelos transtornos da personalidade.

Considerando-se a falsa finalidade do Carnaval, a festa em si mesma proporciona alegria, liberação de pequenos traumas, diverte, desde que vivenciada com equilíbrio e moderação. Transformada, porém, em elemento de sensualidade e de exorbitância do prazer, produz mais danos que satisfações, porquanto, logo passa, mas os hábitos e licenças morais permanecem, transformando a existência em um carnaval sem sentido, mais animalizando os seus adeptos.

Nessa efusão de promiscuidade a que muitos se permitem, o contágio de enfermidade infectocontagiosas, de transtornos emocionais e sonhos que se tornam pesadelos são os frutos amargos da grande ilusão.

Se desejas alegrar-te e participar dos desfiles alegóricos, ricos de beleza e de nudez erótica, procura manter o equilíbrio, lembrando-te, porém, de que és imortal.”

E aí nós vemos a mídia mostrando um vale tudo, incentivando um pode tudo, mostrando e valorizando a exposição corporal com o máximo de nudez feminina possível, e é esse é imagem que se tem da mulher brasileira lá fora, porquê será?

No entanto, o que a mídia pouco mostra é que cresce cada vez mais os retiros de Carnaval dentro das igrejas ou organizados por elas. Claro isso provavelmente não dê tanta audiência.

ZANELLA “CARROCERIAS”

Texto a seguir copiado do próprio site da empresa, http://www.zanella.Ind.br em mais uma publicação de Marcas ZANELLA  pelo mundo…

Localizada na cidade de Chapecó-SC, a Carrocerias Zanella Ltda é uma das mais tradicionais empresas de fabricação e reformas de carrocerias de Santa Catarina. Iniciou suas atividades no final da década de 60 e em seu atual mix de produtos, destacam-se a produção e reforma de carrocerias graneleiras, porcadeiras, granjeiras, carrocerias especiais para o transporte de produtos recicláveis, frutas e verduras, bem como carrocerias boiadeiras e de carga seca. 

Em sua produção, a Zanella utiliza somente madeira de lei pré-selecionada, com todas as etapas do processo de fabricação obedecendo a um rígido controle de qualidade. Para que isso seja possível, a empresa conta com um quadro de colaboradores altamente qualificado, além de um parque industrial dotado de todos os recursos e ferramentas capazes de assegurar com que os produtos que carregam a marca Zanella, sejam vistos como referência de mercado

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ZANELLA “MOTOS”

Na busca por marcas ZANELLA pelo mundo, desta vez saímos do Rio Grande do Sul e até mesmo do Brasil.

Para ser mais exato, vamos a Buenos Aires, na Argentina, para conhecer uma empresa com a Marca ZANELLA que iniciou suas atividades ainda em 1948.

No início, trabalhando com metalurgia, depois com fabricação de peças e montagem de carros e enfim, a fabriccao das primeiras motos.

Hoje, as motos ZANELLA são líderes de venda na Argentina. Em seu site, zanella.com.ar vc poderá encontrar muito mais informações a respeito.

Seguem algumas fotos dos produtos fabricados pela ZANELLA MOTOS:

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ZANELLA “METAIS”

Seguindo na busca por marcas ZANELLA pelo mundo, continuamos no Rio Grande do Sul, mais especificamente em Caxias do Sul, onde encontramos e Metal Zanella, que na Internet pode ser encontrada no site http://www.metalzanella.com.br.

Com uma variedade enorme de produtos em inox, e ao que se percebe, de ótima qualidade, fundada em 1982 pelos irmaos Zanella, (não encontrei o nome dos irmãos Zanella proprietarios).

É mais uma empresa com produtos com a Marca ZANELLA.

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ZANELLA “VINHOS”

Com o auxílio de internet, que possibilita encontrar pessoas e tudo mais, vamos procurar pelo mundo, o que temos com a Marca Zanella.

Vamos começar conhecendo uma Vinícula no Rio Grande do Sul, na cidade de António Prado, com altíssima qualidade e bastante premiado. Fundada e administrada por Vladimir José Zanella e Dirceu Zanella, descendentes de imigrantes Italianos.

Aos interessados em conhecer mais, basta acessar http://www.vinicolazanella.com.br, por enquanto vejamos alguns prints das premiações desses Vinhos ZANELLA.

PARA REFLETIR: “A LISTA”

Música de Osvaldo Montenegro

 

Faça uma Lista de Grandes Amigos.

Quem você mais via há dez anos atrás.

Quantos você ainda vê todo dia

Quantos você já não encontra mais.

Faça uma lista dos sonhos que tinha.

Quantos você desistiu de sonhar.

Quantos você conseguiu preservar.

Onde você ainda se reconhece.

Na foto passada ou espelho de agora.

Hoje é do jeito que achou que seria?

Quantos amigos você jogou fora.

Quantos mistérios que você sondava.

Quantos você conseguiu entender.

Quantos segredos que você guardava.

Hoje são bobos ninguém quer saber

Quantas mentiras você condenava.

Quantas você teve que cometer.

Quantos defeitos sanados com o tempo.

Eram o melhor que havia em você.

Quantas canções que você não cantava.

Hoje assobia pra sobreviver.

Quantas pessoas que você amava.

Hoje acredita que amam você.

– – – – – – – – – – – – – –

Faça uma Lista de Grandes Amigos.

Quem você mais via há dez anos atrás.

Quantos você ainda vê todo dia

Quantos você já não encontra mais.

Quantos segredos que você guardava.

Quantas pessoas que você amava.

Hoje acredita que amam você.

Hoje são bobos ninguém quer saber

PERIGO NA TRANSAMAZONICA

Há algum tempo, que venho observando o comportamento de boa parte dos motoristas que trafegam o trecho de 400 km da BR 230 denominada Rodovia Transamazônica, entre Itaituba e Jacareacanga, que mesmo sendo Rodovia Federal, conta com apenas 7 Km dentro do perímetro urbano de Itaituba possui asfalto.

Devido as condições da estrada que no período chuvoso se agrava consideravelmente, quem pode compra  carros grandes e traçados, em sua maioria caminhonetes.

Muitos utilizam essas caminhonetes para transporte de Pessoas e mercadorias. Mas a impressão que dá, é que muitos desses condutores não tem a minima noção da responsabilidade que tem nas mãos para conduzir essas vidas com segurança.

Aí eu me lembro de uma frase que meu tio  Claudio Cazarotto me disse quando eu era adolescente ainda, andando a 70 km por hora: “É melhor perder alguns minutos da vida do que a vida em alguns segundos.”

Esse trajeto da Transamazônica é um trajeto cheio de nuances, curvas, ladeiras, buracos… e quando vemos condutores transitando em velocidades acima dos 100 km/h, vemos aumentar as chances de acidentes na rodovia.

Acidentes que tem aumentado  nos últimos tempos, aumentando bastante os prejuízos materiais de muitos mas principalmente fazendo muitas vitimas fatais.

Tudo o que temos a pedir, é que os condutores que trafegam nessas estradas, principalmente das agencias de transporte é: CONSCIÊNCIA!!!!

CREDIBILIDADE POLITICA

As perguntas que não querem calar:

Você ainda acredita em políticos?

Existem políticos honestos, sinceros, sérios, confiáveis…

No decorrer dos último anos, as ações e o comportamento de uma gama bem elevada de políticos de todas as esferas, tem debilitado a credibilidade da classe política a níveis muito baixos, passando a impressão de que não existem mais políticos sérios e honestos.

Esse panorama conduziu a tantos manifestos públicos e em redes sociais, alguns protestos tendenciosos e outros pedindo mudanças sem diferenciações de lado político partidário.

Talvez em função dessas manifestações ou pela necessidade de não ser inserido nesse quadro generalizado, bem como a chegada ao fundo do poço de alguns estados e municipios, vemos alguns politicos tomando posturas diferenciadas.

Tais posturas, mesmo sendo o modo ideal de ação recomendado pelo censo comum, acaba virando notícia, pois não é o normal a ser visto.

No entanto, nos levam a ter esperança de que, sim, existem políticos sérios, honestos e comprometidos. É necessário que acompanhamos suas condutas pra constatar a permanência nessa linha de ação.

CRIMINALIDADE E FAMILIA

Está lá no Facebook, por Dr. Dráusio Varela:

“Criminalidade tem relação com a desestruturação familiar.”

não me contive sem postar um comentário: “Descobriram a roda”

Tem anos que vemos programações televisivas e pronunciamentos diversos na mídia propagando a normalidade de formatos diferenciados de família.

Uma onda absurda do politicamente correto em que as pessoas devem se pronunciar conforme o que está sendo dito pelo censo comum midiático sob pena de ser achacado por muitos, principalmente sob o estigma de preconceito.

Na verdade não é uma questão de preconceito, é conceito mesmo. FAMÍLIA É A BASE DE TODA E QUALQUER SOCIEDADE.

Quando vemos a família sendo desestruturada, por consequência vemos a sociedade sendo desestruturada também. E uma das consequências é sim o aumento da criminalidade.

No próximo post, seguiremos abordando esse assunto… deixe seu comentário a respeito logo abaixo.

JULGAMENTOS PRECIPITADOS

Não sei qual a origem deste texto, quem é o autor, no entanto, achei muito importante que fosse postado, lido e refletido.

“Havia numa Aldeia um velho muito pobre que possuía um lindo cavalo branco.
Numa manhã ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira.
Os amigos disseram ao velho:
– Mas que desgraça, seu cavalo foi roubado!
E o velho respondeu:
– Calma, não cheguem a tanto.
Simplesmente digam que o cavalo não está mais na cocheira.
– O resto é julgamento de vocês.
As pessoas riram do velho.
Quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou.
Ele havia fugido para a floresta.
E não apenas isso; ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.
Novamente as pessoas se reuniram e disseram:
– Velho, você tinha razão.
Não era mesmo uma desgraça, e sim uma bênção.
E o velho disse:
– Vocês estão se precipitando de novo.
Quem pode dizer se é uma bênção ou não?
Apenas digam que o cavalo está de volta.
O velho tinha um único filho que começou a treinar os cavalos selvagens.
Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um dos cavalos e fraturou as pernas.
As pessoas se reuniram e, mais uma vez, se puseram a julgar:
– E não é que você tinha razão, velho?
Foi uma desgraça seu único filho perder o uso das duas pernas.
E o velho disse:
Mas vocês estão obcecados por julgamentos, hein?
Não se adiantem tanto.
Digam apenas que meu filho fraturou as pernas.
Ninguém sabe ainda se isso é uma desgraça ou uma bênção…
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o País entrou em Guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a se alistar, menos o filho do velho.
E os que foram para a guerra, morreram…
Quem é obcecado por julgar, cai sempre na armadilha de basear seu julgamento em pequenos fragmentos de informação, o que o levará a conclusões precipitadas.
Nunca encerre uma questão de forma definitiva, pois quando um caminho termina, outro começa, quando uma porta se fecha, outra se abre…
As vezes vemos apenas a desgraça e não vemos a bênção que ela nos traz…”

Mensagem que serve pra todos nós… inclusive pra mim, afinal, quantas vezes julgamos mediante as primeiras informações, sem que haja tempo de defesa.

Pra pensar e repensar…

DESCE DO MURO ZANELLA

Você conhece essa expressão, Desce do Muro?

Por mais de uma vez, ouvi essa expressão durante esse período de campanha eleitoral.

Porém, o que acontece que muitas pessoas não sabem os motivos e os riscos de se tomar uma decisão como esta, de “ficar em cima do muro”, ou seja, não tomar partido.

Sim, riscos, e posso falar isso com a voz da experiência de quem já vivem em outros momentos a mesma situação.  Normalmente ao se tomar essa decisão, as consequências são de que todos os lados te julgam como adversários, pois a dúvida em relação ao posicionamento será constante.

No entanto, a experiência vivida mais recentemente como Diretor de Escola Estadual, onde a porta mais próxima a bater, talvez a única acessível em determinados casos, e que ao bater nessa porta, irremediavelmente e sutilmente se fechavam. Fazendo com que eu enquanto gestor tivesse que me virar em situações difíceis. Mas que os grandes prejudicados finais eram os alunos, pela demora em conseguir soluções em algumas situações que é melhor não externar quais, afim de não constranger ninguém em específico, mas documentos provam que minhas palavras não são levianas.

Essas experiências me fizeram fazer silêncio em relação ao meu lado político antes da efetivação do Pleito. E esse posicionamento foi muito bem explicado aos quatro candidatos que estiveram em minha residência para conversar. A todos me expressando da mesma forma, da preocupação de ter no Eleito um parceiro para a Escola e não portas fechadas.

Aproveito para parabenizar os Eleitos, tanto do Executivo quanto do Legislativo. E dizer que conhecendo-os e conhecendo as pessoas que os cercam, acredito muito em um efetivo trabalho de desenvolvimento em todos os sentidos e desde já, coloco-me à disposição para as parceria de trabalho enquanto gestor da Escola Estadual.

CACHORADA!!!

Alguém mais já se incomodou com a quantidade de cachorros na rua em Jacareacanga?

É uma cachorrada!!!!

Essa situação de cachorros nas da cidade desde há muito tempo tem me incomodado, assim como a muitos.

Como pode a pessoa querer ter cachorro em casa, mas deixa mais na rua do que em casa. São tantas as implicações dessa atitude que prejudicam aos demais munícipes.

Há algum tempo, o Poder Público Municipal, por meio da Vigilância Sanitária, tentou tomar algumas providências e foram apedrejados verbalmente por muitos que querem ter os animais e nao querem se responsabilizar pelos mesmos. Naquele momento as ações foram de certa forma, extremas e até justificou de certa forma as falas das pessoas que não concordavam com aquelas ações.

Vejo nesta situação, um assunto que requer urgência, providência, conhecimento e ações práticas no sentido de se der um Canil Municipal, recolher os animais que estao pela rua e identificá-los, devolvendo aos donos perante comprometimento de mudança de conduta com os mesmos. Bem como sanções na reincidência.

Grande parte dos atendimentos na Emergencia do Hospital Municipal são decorrentes de acidentes de moto e destes, a maioria causada por cachorros de rua ou na rua. Isso fatalmente onera os cofres públicos e a vida profissional ou estudantil dos envolvidos nestes acidentes.

Torna-se indispensável que a próxima Gestão Pública Municipal, através da Vigilância Sanitária pense em ações nesse sentido.

O que você pensa a respeito?

Se já sofreu acidente de moto ou foi mordido, por cachorros na rua? Comente, dê sua opinião.

FUTEBOL x POLÍTICA (HOJE)

Desde a copa do mundo, o Brasil em campo estava cambaleante!!!

Desde muito tempo e cada vez mais, na política, o Brasil está cambaleante!!!

É impressionante como se parecem esses dois fatores sociais distintos que são o Futebol e a Política, ambos passando por um momento delicado e prolongado, ambos com domínio de todos os brasileiros, afinal, em qualquer bar, em qualquer esquina, em qualquer roda de amigos ambos os assuntos são  de domínio de todos, alguns com um pouco mais de conhecimento de causa, outros nem tanto, outros ainda, apenas repetindo o que ouviu aqui e acolá.

O Fato é que no Futebol, em se tratando de seleção, as vezes discordamos em nomes, de treinador ou de jogadores, na forma de jogar, mas somos todos Seleção Brasileira. E mesmo sem muitas bravatas, com a mudança de uma pessoa, parece que o Brasil reaprendeu a jogar futebol. Será?

Tite realmente foi a solução entre os brasileiros saberem ou não jogar futebol? Claro que não foi isso. Ele apenas foi um instrumento motivacional aos atletas, através de suas metodologias e convicções em fazer com que os jogadores desempenhassem sua função com determinação, organizadamente e com vibração.  Passou a ter um sentido estar lá  e defender essa camisa, foi dado um rumo a esse barco chamado seleção brasileira, o timoneiro Tite assumiu de fato o timão do barco e colocou os remadores pra remar.

Mas só isso? Também não! É necessário que lhe sejam dadas as condições ideais de trabalho. Já dizia Luiz Felipe Scolari em um curso em Curitiba / 2008: “Somente assumirei a seleção quando me derem autonomia pra levar quem preciso levar e fazer como precisa ser feito.” resultado, quado não havia outra solução lhe deram o que precisava, foi, deixou figurões de fora, mas fez o que era necessário e o Brasil saiu vencedor.

A política difere em nossas opiniões, porque mesmo todos querendo um Brasil melhor, muitos pensam muito mais em seus grupos políticos, suas “bandeiras de lutas”, e seus cabeças mais em si mesmos do que no que mais importa, que é o todo.

Por essas divergências, que são muitas, fica mais difícil encontrar alguém  que seja a solução assim como Tite foi para a Seleção, Ele é praticamente uma unanimidade. Na política não temos alguém assim, que seja uma unanimidade. Pode até ser que apareça. Mas com os fanatismos presentes nessa sociedade atual vejo poucas chances de encontrarmos uma solução breve.

Os treinadores de Futebol até são contestados em alguns casos, mas não por desvio de conduta.

Já os Políticos, bem, esses estão com a credibilidade tão em baixa que a quantidade de pessoas que se negaram a dar seu voto na ultima eleição chega a quase um terço do eleitorado, fato este, altamente preocupante para a Classe Política. Uma mensagem clara, límpida, transparente que deve ser vista, interpretada e assimilada pela Classe.

Mas pra resolver a situação política nacional precisamos que essas investigações de desvios de conduta e principalmente de desvios de dinheiro, avancem cada vez mais, e que doa a quem doer, que os culpados paguem pelo que fizeram de forma ilegal. Sirva isso de exemplo aos que de hora em diante estiverem a frente dos órgãos públicos para que deixem de ser desonestos, politiqueiros e até mesmo politicamente corretos, mas sim corretos no mais profundo sentido da palavra, Corretos para quem sabe os brasileiros voltarem a acreditar nos políticos brasileiros assim como voltamos a acreditar na seleção brasileira.

Sabemos que nem todos os políticos são corruptos, precisamos descobrir quem não o é para conduzi-los ao poder, sem demagogias e ideologias funestas. Sem falsos moralismos, sem paixonites por A ou B, principalmente entre os que já sabemos como são, independentemente de partido político, até porque não existe nenhum partido composto somente de anjos do bem e ao mesmo tempo, nenhum partido composto apenas por anjos do mal.

ABANDONADOS DE NOVO

O Filme se repete mais uma vez!!!!

Leia até o final e veja as fotos que motivaram escrever esse texto…

Há exatos 8 anos, após o então prefeito de Jacareacanga perder a campanha eleitoral, deixou o município abandonado. Até hoje aguardamos o pagamento do mês de dezembro de 2008, e muitos tem mais de um mês pendente. E  muito antes de encerrar o mandato o prefeito nem na cidade mais estava.

Quem o substituiu, jamais se dignou em reembolsar os trabalhadores que ficaram com tais salários pendentes, no entanto usaram o fato sempre que possível politicamente. No período que antecedia as eleições deste ano, publicou-se largamente ser o segundo colocado no ranking de prestação de contas.

Agora, passado o pleito eleitoral e tendo perdido as eleições, o município passa a ver as ações que nos permitem dizer que praticamente estamos abandonados de novo. A quantidade de demissões de contratados ainda em outubro foi alarmante! Essas pessoas contavam com o salário para suprir as necessidades de alimentação, vestuário, farmácia, entre outras necessidades que todos conhecemos.

No entanto, para ter um Natal e um início de ano com um mínimo de dignidade, terão que se reinventar rapidamente, pois pelo poder público foram abandonados. Os setores atendidos  pela administração estão deficitários e outros até mesmo abandonados.

Teríamos vários exemplos a serem citados como o fato da maior Escola da Cidade ter seu Diretor entre outros, sendo demitido um mês antes do termino das aulas e sendo uma pessoa bem quísta pelo quadro de funcionário em geral e aí por diante.

Na Quadra poliesportiva Ludeilson Baia que fica ao lado da praça e que deveria ter sido construída dentro dos muros da Escola, não conta com vigias mais à noite e local tem sido utilizado para práticas inaceitáveis e está sendo depredada conforme as fotos ao final mostram.

O Sentimento é o de que estamos ABANDONADOS DE NOVO!!!! Se estava tudo OK como diziam, porquê esse comportamento agora? Ou era tudo capa pra permanecer no poder?

OBRIGADO POR TUDO SENHOR!!!!!

Um comentário de uma amiga no meu Facebook me levou a fazer uma reflexão.

O comentário dizia “aproveite as oportunidades que a vida lhe dá!”

A reflexão foi no sentido de visualizar essas oportunidades. E ai lembrei de um dito popular que diz: “quando uma porta se fecha, Deus abre outras.” No meu caso isso é uma constatação inevitável.

Depois de buscar novas oportunidades longe de casa, no norte do Brasil, hoje me vejo em uma situação que não imaginava quando vim pra cá.

Até o momento, já tive a oportunidade de conhecer onze Estados Brasileiros e o Distrito Federal.

Andar de avião, não passava de um sonho, hoje, já não faço ideia nem da quantidade de vezes que andei de carona de avião, nem mesmo da quantidade de vezes que voei pagando.

Depois de muito tempo, uma pós graduação em Gestão e Organização Escolar, e por consequência a Direção da Escola de Ensino Médio.

Agora, sem nenhum planejamento, me vejo fazendo um Mestrado, e frequentando Brasília, que jamais tive sequer pretensão de conhecer… como são os caminhos da Vida!

E após essa reflexão, só me resta reconhecer que por mais que eu agradeça, talvez não seja o suficiente por tudo o que já alcancei.

OBRIGADO POR TUDO SENHOR!!!

Algumas fotos dos locais que tivemos a oportunidade de conhecer em nossa última viagem de estudos à Brasília.

No Memorial de JK, Junto às estatuas dele e sua esposa Sara e seu último caro, um Galaxie que foi restaurado

UM ANO DE ZANELLABLOG

Conquista do aniversário de 1 ano(s)
Feliz aniversário com o WordPress.com!
Você registrou-se no WordPress.com há um ano.
Obrigado por nos escolher. Continue assim!
Nem parece, mas já faz um ano.
Cheguei onde jamais imaginei chegar! Sem muitas pretensões fomos longe, e demonstro aqui um pequeno relato das atividades do Blog em um ano.
Neste ano tivemos 820 visitantes ao Blog que realizaram 1717 visualizações.
E quando falo que chegamos longe é porque mesmo tendo  1552 visualizações no Brasil. Nesta ano de existência tivemos 72 visualizações nos Estados Unidos da América, 41 visualizações no Canadá,  9 na Itália, 7 em Portugal, 6 no México.
Em alguns países tivemos 3 visualizações, como: Filipinas , Espanha e Venezuela.
Países que tivemos duas visualizações: Índia, Alemanha, Indonésia e Argentina.
Em muitos outros, apenas uma visualização: Namíbia, Malásia, Polônia, Equador, Suíça, Tailândia, Emirados Árabes Unidos, Guiana Francesa, Geórgia, Grécia, Colômbia e Chile.
Obrigado a todos os que acessaram e mesmo sem conhecê-los, sei que sabem um pouco de mim, do que penso e de onde vivo.

OBRIGATORIEDADE DO ENSINO

Alguém já fez a pergunta a um aluno: “Por que você vai pra escola?”

E recebeu como resposta: “Porque tem que ir!”

Essa resposta é carregada de um significado muito intenso e que tem ligação direta com o atual momento vivido pela Educação Brasileira.

Diante das inúmeras e diversas tentativas de se elevar os índices do IDEB das escolas, percebemos que em grande maioria delas, os índices não são alcançados.

Neste Momento, vemos o Governo Federal na ânsia de dar uma solução à realidade, ao tentar lançar uma medida provisória de Reforma do Ensino Médio.

No entanto, meu enfoque hoje é quanto a Obrigatoriedade do Ensino, que provoca nas crianças, bem como em suas famílias um sentimento de “ir porque tem que ir”, e esse sentimento acaba inibindo outro, que seria o ideal a ser buscado que é o sentimento da necessidade de estudar, do “querer ir pra escola pois é preciso aprender”.

Esse sentimento de obrigatoriedade perpassa pelos níveis de estudo até chegar ao Ensino Médio.

A Obrigatoriedade em oferecer às crianças uma educação de qualidade é imprescindível é intransferível por parte dos governos, até mesmo para justificar os altos impostos que nos são cobrados. No entanto creio que, já a partir do Ensino Médio deveria prevalecer o querer estar lá, e não o ter que estar lá. E a partir daí, o comportamento ser adequado à aquisição de conhecimento. Desta forma, com certeza teríamos desempenhos muito mais elevados que os atuais.

No entanto, isso ainda é pouco provável, até porque, fica bem evidente que a grande preocupação do sistema está na quantidade de pessoas que se formam, é não na qualidade das pessoas que se formam.

Mas, por ventura, quantidade não é importante? Claro que sim. Quando buscamos qualidade, a quantidade virá por consequência, pela necessidade que cada vez mais se agiganta; mas que essa necessidade de aprender, muito em função desse obrigatoriedade, passa despercebida principalmente por parte das pessoas chefes de famílias de menor poder aquisitivo ou com menos instrução, que carecem de uma consciência maior da necessidade e da importância do estudo na vida dos filhos.

A educação acontece de fato a partir da motivação. Quando um aluno sai de casa para ir à escola “porque tem que ir”, qual a motivação implícita na situação? No entanto, quando um aluno sai de casa ciente de que na Escola vai encontrar justamente aquilo que ele busca e precisa, que são os diversos tipos de conhecimentos já produzidos, as chances do aprendizado são amplamente potencializadas.

Ali tem um aluno motivado, apto a aprender, cabe aos professores e à escola corresponder a essas expectativas, e para isso chegamos e outro ponto crucial de nossa Educação Brasileira que é a ausência de uma infraestrutura física, pedagógica e de equipamentos; ausência de acervo literário, ausência de materiais adequados, de profissionais devidamente preparados e motivados tanto financeiramente, quanto valorizados enquanto profissionais, com a devida importância que a profissão demanda.

Faça seu comentário. Se és contra ou a favor da obrigatoriedade de Ensino em toda a Educação Básica ou em partes dela.

Compartilhe o texto para que outros o vejam e também comentem.

IDENTIDADE

Aos Gaúchos não precisa nem pedir.

Mas pra quem não é Gaúcho, 20 de setembro comemora-se o que?

Quantos mais saberão?

Um dos povos que compõe esse imenso Brasil, com identidade cultural das mais marcantes entres todas. Nisso podemos citar danças, comidas típicas, vestimenta, entre outras tantas características.

Um povo que sempre buscou viver seus ideais de progresso e liberdade a ponto de empreender uma das maiores batalhas internas do Brasil conhecida como Revolução Farroupilha, que durou 10 anos.

“…Foi no 20 de setembro, o precursor da Liberdade…” como diz o Hino Rio Grandense. Uma data dedicada a um povo. O povo Gaúcho.

Quero aqui compartilhar um texto de autoria de meu amigo Fernando Pertuzzati que traduz bem esse orgulho de ser Gaúcho. Esse orgulho desta Identidade, que os meios de comunicação em seus programas de humor principalmente zombam, menosprezam e até desprezam, tal qual as cerimonias de abertura e encerramento das Olimpíadas e Paraolimpíadas que em nenhum momento mencionaram essa rica cultura gaúcha.

 

RIO GRANDE DO SUL

Uma terra de histórias, conquistas e de tradição;
Um povo trabalhador, guerreiro, corajoso, perspicaz.
Um Estado forte, que por todas as qualidades, se destaca no Brasil.
Uma terra de Quintana, Veríssimos, Barbosa Lessa, Paixão Cortes
Que imortalizaram nas linhas de poesias, crônicas, histórias e lendas
O dia-a-dia de sua gente.
Um povo que dá sabor a uma culinária conhecida por todo o país
E faz da tradição um orgulho!
Terra de riquezas naturais, de pedras preciosas, de vales, cânions
De reservas florestais, de lagoas, rios, mares, de pampas e coxilhas.
Terra do nativismo, do gauchismo e do tradicionalismo
Terra do Sentinela do Pampa, da erva-mate, do cavalo crioulo
E do Negrinho do Pastoreio.
Berço de políticos como Getúlio Vargas, João Goulart, Leonel Brizola
Que ajudaram a escrever a história do país
Que foram marco importante em decisões que mudariam nossos rumos.
Povo que construiu identidade própria através de sua cultura;
Povo da bombacha, do chimarrão e do churrasco.
Um povo que cultua sua tradição e sente-se orgulhoso em dizer:
“Eu sou gaúcho!”
Terra de um povo que enfrentou batalhas, guerras
Defendendo a fronteira do Brasil a pata de cavalo e a ponta de lança.
Terra que fascinou “Anitas” e “Garibaldis” e os fez tomar a causa do povo,
Lutando pelo sul do Brasil.
Um povo que defendeu a liberdade, o ideal farroupilha.

Este é o Rio Grande do Sul
Uma terra boa para viver!
Vem conhecer!

Fernando Pertuzzati

PREPARADO PRA VENCER? PREPARADO PRA PERDER?

Como você se sente:

Preparado pra perder?

Preparado pra vencer?

O ultimo post publicado trouxe o titulo GANHAR OU PERDER. Nele não fiz nenhuma analogia ao fato de vencer ou perder, apenas fiz uma análise parcial das vitórias e derrotas até então nas Olimpíadas Rio 2016. Neste momento, com base nas experiências enquanto Educador Físico, e o que das Olimpíadas, quero abordar um pouco sobre esta faceta presente em toda disputa.

Ao trabalhar, os mais variados tipos de disputas nas escolas durante as aulas de educação física, nem sempre é tirado um tempos para trabalhar na mente dos alunos a importância de buscar a vitória, mas que também a derrota tem sua importância.

Alguns aspectos a serem trabalhados  na vitória, são a humildade e o respeito com os derrotados, aspecto este que se viu presente durante as olimpíadas em alguns momentos por parte dos torcedores chegando até a gerar polêmica, quando atletas derrotados foram vaiados. Toda derrota entristece, e quando vem acompanhada de vaias ou manifestações similares, machucam. Comemora-se a vitória. Zombar de quem perdeu não é legal.

A derrota, apesar de ser dolorida, é oportuna, pois te faz ver onde estão os erros e te impulsiona, ou deveria impulsionar na busca por melhorias, por solucionar os problemas de desempenho detectados.

Apesar da Cultura principalmente futebolística, de que quando perde está tudo errado, é necessário, se ressaltar que em todas as vezes que se entra em uma disputa, exceto em alguns esportes, em determinados momentos, somente existem dois caminhos, a vitória e a Derrota e um deles será o seu. E neste sentido, a atleta Flavia Saraiva da Ginástica Artística, em uma frase apenas, deu uma aula completa. Ao ser perguntada se estava triste por não ter vencido ou estar pelo menos no pódium, a mesma responde: “Eu estou feliz! Não perdi… cheguei em quinto lugar em minha primeira olimpíada…”. Tudo depende do ângulo que se visualiza a situação.

Estar preparado para absorver os louros da vitória de forma digna, com muita comemoração, mas também com humildade, sem deslumbramentos, é dignificante. Mas é preciso estar preparado também para absorver o amargo das derrotas, com ombridade para colher os frutos que tal resultado lhe proporciona, e se for o caso, até mesmo reconhecer a qualidade e/ou superioridade do adversário.

E isso não se aplica apenas no mundo esportivo. A nossa vivência diária é uma constante disputa com vitórias e derrotas a todo momento, no trabalho, nos mais diversos tipos de convivência, na política, na economia…

E você? Se considera preparado para vencer e para perder?

Comente abaixo, compartilhe, curta!!!!

GANHAR OU PERDER

Você está acompanhando as Olimpíadas Rio 2016?

Satisfeito com o desempenho dos brasileiros nestas olimpíadas?

Qual o saldo até o momento?

Clique no link e leia até o final se te interessa saber minha opinião enquanto esportista  e educador físico.

Até o momento, podemos tirar algumas conclusões, tais como: O Brasil tem potencial considerável em esportes coletivos. Não chegamos às medalhas ainda, mas percebe-se boas chances, bom desempenho em vários esportes como futebol, masculino e feminino, voleibol, masculino e feminino, handebol feminino, vôlei de duplas masculino e feminino, entre outros.

Por outro lado, os esportes que mais distribuem medalhas são os disputados de forma individual, esportes estes que requerem habilidades motoras específicas muito bem apuradas, treinamento exaustivo e constante, investimentos em tecnologias e controle emocional extremo.

Podemos subdividir esses esportes em categorias como Atletismo, Natação, Lutas Marciais, Ginastica, Tiro, …

Dentro das lutas marciais, o que tem sempre se destacado foi o Judô e nesta Olimpíada, em nossa casa tivemos menos medalhas que na Olimpíada passada, fechando com apenas três medalhas, uma de ouro e duas de bronze, aquém das expectativas.

A Natação que sempre trouxe medalhas para o Brasil, nesta edição saímos das piscinas sem nenhuma medalha, o que foi altamente frustrante.

O Atletismo, que conta com uma quantidade altíssima de medalhas distribuídas, são poucas as esperanças do Brasil conseguir levar medalhas.

O que tem salvado a pátria, como diriam muitos, tem sido a Ginástica que vem com um trabalho sólido há alguns anos, e agora, percebe-se uma consistência cada vez maior.

Ao final das Olimpíadas farei novo texto com comentários mais conclusivos. Comente!!!

Os Impressionantes descaminhos do Poder

Em algum momento já te sentiu prejudicado por decisões ou ações de poder público ou econômico, ou de ambos ao mesmo tempo?

Qual o conceito que se tem de PODER? E quais os tipos de PODER

Qual o conceito que se tem de PODER? E quais os tipos de PODER

Podemos realçar alguns conceitos, como forma de dominar algo ou alguém pelos viezes político, econômico, da informação, do conhecimento, entre outros.

Nesse post, quero relatar algo que se passa hoje, com desdobramentos anteriores que acredito ser interessante que as pessoas saibam, até porque poderá influenciar a todos usuários futuros desse serviço que abordaremos.

Trata-se da implantação da Torre de Telefonia Celular da CLARO.

Há algum tempo, escrevi um post falando da ineficiência total da Internet da VIVO em nossa cidade apesar de termos um bom serviço de telefonia móvel, que causam suspeitas, que não podem ser afirmadas, pois não se tem provas, porém muitos comentam.

Agora poderemos ter os mesmos problemas com a CLARO em função de interesses de Pessoas ou grupos de pessoas que dominam o poder político e econômico no município.

Há um ano, o representante da CLARO esteve em minha residência, dizendo que o melhor sinal da CLARO, estava em meu terreno e propôs contrato para construção da Antena.

Logo em seguida passamos por um período de silêncio por parte da operadora e fomos investigar para saber o motivo, descobrimos que havia um embargo da obra por parte do Poder público Municipal.

Após sabermos os motivos e algumas denuncias para a ANATEL, a operadora foi multada e na Justiça conseguiu o direito de instalação. O equipamento já chegou para ser instalado porém não está sendo realizado onde havia sido definido.

Alguém poderá dizer que estou publicando isso porque tenho interesses particulares em locar o terreno, e sem hipocrisias, isso não é mentira. Porém não é apenas isso.

Quando da vinda do técnico pela primeira vez, com o aparelho que mede o sinal, no local exato, o sinal era pleno, aos se afastar um pouco, percebia-se uma sensível diminuição do sinal. Segundo algumas pessoas, até cerca de 200 metros do ponto o sinal pode ser captado normalmente.

Aí eu pergunto aos leitores, será que teremos um excelente serviço pela operadora se Antena não está posta onde o sinal é melhor? Porque os funcionários da empresa não retornaram mais ao terreno onde o sinal é pleno, para que o serviço possa ser de melhor qualidade?

É aí que entra a interferência do Poder. Político, econômico, etc… o terreno em que foi locado é de um empresário ligado ao poder político municipal.

Sei que haverá questionamentos e possivelmente represálias por publicar isso, porém, como eu já disse, as pessoas precisam saber… e se todas as vezes nos calarmos com receio das consequências, quem domina algum ou alguns dos tipos de poder, sempre fará a “seu bel interesse”, contornando as situações para se auto beneficiar, mesmo que isso implique em um serviço de menos qualidade à população.

Gostaria muito que esse texto chegasse até os responsáveis da operadora e estes pudessem justificar a mudança de rumo, ou de local.

Para ilustrar: Quando Gandhi estudava Direito na Universidade de Londres tinha um professor chamado Peters, que não gostava dele, mas Gandhi não baixava a cabeça.

Um dia o prof. estava comendo no refeitório e sentaram-se juntos.

O prof. disse:
– Sr. Gandhi, você sabe que um porco e um pássaro não comem juntos?

Ele: Ok, Prof….. Já estou voando…… e foi para outra mesa.

O prof. aborrecido resolve vingar-se no exame seguinte, mas ele responde, brilhantemente, todas as perguntas.

Então resolve fazer a seguinte pergunta:

– Sr. Gandhi,
indo o Sr. por uma rua e encontrando uma bolsa, abre-a e encontra a Sabedoria e um pacote com muito dinheiro.

Com qual deles ficava?

Gandhi respondeu….
– Claro que com o dinheiro, Prof.!

– Ah! Pois eu no seu lugar Gandhi, ficaria com a sabedoria.

– Tem razão prof, cada um ficaria com o que não tem!

O prof. furioso escreveu na prova “IDIOTA” e lhe entregou.

Gandhi recebeu a prova, leu e voltou:
E disse…

– Prof. o Sr. assinou a prova, mas não deu a nota!

😂😂😂

Moral da historia.
Semeie a Paz, Amor, compreensão. Mas trate com firmeza quem te trata com desprezo. Ser gentil não é ser capacho, nem saco de pancadas!

Se você que leu acha que estou errado, diga-me onde em um comentário logo aqui embaixo. Caso pense que é necessário quebrar o silêncio e informar aos demais, como o fiz agora, comente também, aqui no Blog.

Se você acha que precisa que essa informação percorra mais e mais locais na Web, compartilhe a partir do blog, nos ícones abaixo, do Facebook, twitter, Google +, entre outros.

O PAPEL DO CORPO TÉCNICO PEDAGÓGICO E DO GESTOR NA MANUTENÇÃO DA MOTIVAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR

Texto de ZANELLA, Marciano José [1]

Orientado por: BECKER, Jussara Mª P. [2]

    O Corpo Técnico Pedagógico e Gestores Escolares tem papel fundamental dentro do ambiente escolar.

De acordo com Daniele Farfus (2008 – p 117) “O gestor Escolar deve ser de tal forma que atenda as demandas sociais, articule a escola com outras organizações, promova um ensino de qualidade…, sistematize propostas integradas e alinhadas a concepções contemporâneas que formem um indivíduo…”.

Em “Pedagogo Escolar: as funções supervisora e orientadora” de Almeida e Soares (2010 – p 40) “Caberá a este profissional, trabalhar na direção de coordenar as ações necessárias para garantia do processo de ensino aprendizagem e não mais direcionar suas ações para o controle do trabalho dos professores. Assim, com relação ao processo ensino-aprendizagem, o pedagogo deve ser entendido como cumplice do professor, ou seja, suas ações podem contribuir, ou não para a realização da função da escola: a socialização do conhecimento científico”.

Na prática, quando o professor perceber a intenção nas palavras e atitudes de Gestores e Corpo Técnico Pedagógico pela busca da qualidade educacional percebê-los como cumplices nesta intenção e não apenas alguem que esteja cobrando ações, isso é um passo para a motivação.

Deve-se partir da elaboração de um diagnóstico para entender as necessidades e planejar de forma coletiva, a forma como cada um deve agir e conduzir seu trabalho no sentido de manter os seus quadros docentes e discentes, motivados e ávidos na produção e aquisição de conhecimento de forma significativa.

A partir do diagnóstico, verificamos algumas situações que podem ser adotadas no sentido de motivação coletiva, tais como:

  • Estimular a automotivação a partir do propósito de educar;
  • Incentivar o exercício do sorriso e a boa acolhida de professores e alunos.
  • Apresentar-se com o máximo de clareza, como parceiros de trabalho na busca do ensino-aprendizagem e não apenas como instrumento de controle do trabalho do professor.
  • Solucionar conflitos internos de forma discreta e rápida no intuito de minimizar ao máximo os impactos que os mesmos causam nos relacionamentos intra-escolares, principalmente entre professores e/ou entre professores e técnicos.
  • Manter a estrutura física limpa, com manutenção periódica e os equipamentos atualizados e em funcionamento. Bem como dispor a maior quantidade possível de material didático, atualizado, organizado e em condições de uso constante e irrestrito desde que com responsabilidade.
  • realizar encontros pedagógicos, encontros de formação, encontros motivacionais, nos quais estejam presentes, a importância inerente à profissão, ou à função que o Professor tem no sistema educacional em si, na formação da pessoa humana como tal, e assim sendo, na formação de uma sociedade que almeje o melhor e busque de alguma forma essa melhoria.
  • Incentivar e apoiar as iniciativas na criação, estruturação e realização de projetos pedagógicos diferenciados a serem implantados dentro ou fora da sala de aula, na busca de melhorar os resultados do processo de ensino aprendizagem. Pois, muitas vezes, ocorrem iniciativas por parte dos docentes e que se as mesmas não tiverem apoio e incentivo por parte do Corpo Técnico Escolar e Gestor, as chances são grandes desses projetos não acontecerem, não decolarem e algo que poderia ser uma solução, não passar de uma simples tentativa embasada numa boa ideia, mas que nunca passou disso.
  • A utilização efetiva de mecanismos de Gestão democrática, favorecendo que, na medida do possível, as decisões sejam tomadas com a participação de todos os setores da escola. Quando todos participam das decisões, no que se refere às normas, regras, metas e objetivos, tendem a se sentir mais responsáveis em fazer que se concretize o que foi decidido coletivamente.

Tais gestos tem a capacidade de contagiar a todos, tornando o ambiente alegre e acolhedor, e quando se está em um ambiente alegre e acolhedor, tem-se como tendência sentir-se mais a vontade e mais motivados para estar aí. São atitudes simples, na maioria das vezes, no entanto, necessário que sejam lembradas e reavivadas nas mentes das pessoas, até com certa frequência para que a rotina diária não acabe por ofuscar a real importância do ensinar, do educar.

 

[1] Licenciado em Educação Física UPF – Universidade de Passo Fundo – RS; Cursando Pós Graduação em Organização Pedagógica da Escola: Gestão Escolar pela UNINTER.

[2] Pedagoga (UTP) Mestre em Educação- Currículo e Conhecimento (UFPR), Especialista em Sociologia Política ( UFPR),  MBA em Gestão Social e Sustentabilidade (UNICENP/SISTEMA FIEP/UNINDUS), Prof.ª  Pesquisadora/ Supervisora Estágio (IFPR)  Profª Orientadora de TCC do Grupo UNINTER.

FESTIVAL DOS JACARÉS

      Ao findar o ano de 2015, eu publicava um texto neste Blog, denominado “O Nascimento de uma Cultura” Relatando sobre a criação de dois grupos culturais, rivais denominados Jacaré Tinga e Jacaré Açú.

     Pois enfim, já se iniciam os preparativos para o primeiro duelo de apresentações culturais, danças e lendas. E essas apresentações já tem data marcada para acontecer, serão nos dias 12 e 13 de agosto.

       As pessoas que já estão acostumadas com essas disputas em outras cidades, com outros animais lendários, como Os Bois Garantido e Caprichoso, Os Botos Rosa e Tucuxi, Os Peixes Piau e Aracú, entre outros, acheguem-se a Jacareacanga e venham participar e prestigiar os Jacarés Tinga e Açú.

     Aos que assim como eu ainda não viram ou não tinham visto, é uma ótima oportunidade de conhecer um pouco mais desta cultura que brota como água no meio desta rica amazônia. Rica principalmente em povos e culturas, muitas vezes esquecidos e/ou ignorados em função das riquezas naturais, e minerais.

A MOTIVAÇÃO E O PROCESSO EDUCACIONAL

Texto de ZANELLA, Marciano José [1]

Orientado por: BECKER, Jussara Mª P. [2]

               Após as definições teóricas sobre Motivação e Educação, no Artigo “Motivação e Educação no Contexto Escolar” passamos a fazer um inter-relação entre ambas, conforme segue:

            “A Importância da Motivação no Processo Educacional”, tem a intenção de identificar as implicações e consequências que ocorrem no processo de Ensino-aprendizagem relativo aos fatores motivacionais utilizados e aos objetivos alcançados. Analisar e abordar em cada um dos entes envolvidos no processo educacional, suas nuances e implicações no sentido das alterações dos resultados finais relativos aos níveis de motivação que cada um desenvolve.

            Identificar as formas de agir do Corpo Técnico Pedagógico e Gestor, afim de influenciar e interferir junto a professores e alunos no intento de que a motivação esteja presente no dia a dia do ambiente escolar, para melhorar o desempenho final dos alunos.

               O aluno, conforme defende a concepção progressista, é um ser social, emotivo e cognitivo, ao chegar ao ambiente escolar, já possui uma bagagem de conhecimentos adquiridos, mas ainda carente de uma quantidade maior ainda, que passa a receber, interagir e apropriar-se desses conhecimentos relativos a cada nível de escolaridade.

          O professor, por ser um mediador e/ou facilitador na aquisição destes conhecimentos, que ao apresentar um novo tema, um novo assunto, de uma forma que desperte a curiosidade, acaba impelindo de tal forma a aguçar a motivação dos alunos relativa ao assunto abordado. Isso ocorre quando são utilizadas metodologias adequadas, tornando o assunto de significância e/ou sentido para o educando, neste caso, a probabilidade de compreensão, de assimilação do conteúdo torna-se relevante e maximizada, e aí podemos afirmar que ocorreu realmente um processo de ensino aprendizagem.

       No entanto, para que o aluno se aproprie deste conhecimento de tal forma a permanecer definitivamente no banco de dados da sua memória, é imprescindível que o aluno perceba no professor a motivação, empolgação, curiosidade e conhecimento em relação ao assunto proposto, fazendo com que o processo de ensino aprendizado se dê com maior fluidez e eficácia.

            Um professor sem motivação ao falar sobre o assunto, sem desenvolver uma metodologia adequada e atrativa, dificilmente despertará no aluno o interesse em conhecer esse determinado assunto abordado em aula. Passa então a não ter significado, consequentemente o ensino aprendizado ficará prejudicado e assim termos aquele aluno que apenas decorra os assuntos para responder as avaliações quantitativas e que logo em seguida, sequer se lembrará do conteúdo estudado.

            Apesar de que na teoria, nas discussões inerentes aos processos pedagógicos, é consenso de que a Concepção Tradicional deve ter cada vez menos espaço na prática docente, a agitação do cotidiano, as “obrigações” em repassar os conteúdos Programáticos relativos à série/ano ou idade do alunado, tem sido recorrentes ainda, por muitos docentes, as práxis tradicionais. Essas constatações podem ser percebidas na forma como os conteúdos são trabalhados, bem como a forma como os alunos são avaliados, onde ainda há uma mentalidade de medir os conhecimentos adquiridos. Esses procedimentos acabam fazendo com que os alunos retornem à pratica da memorização, ao invés de buscar pela significância do conteúdo.

            Em síntese, para motivar o aluno na busca pelo conhecimento, antes de tudo, é necessário que o professor esteja motivado. Neste sentido, algumas variáveis podem ser elencadas como motivadoras, entre elas:

  • A remuneração e a valorização profissional, são fatores importantes, pois caracterizam a importância do papel que este profissional desempenha na conjuntura social e educacional;
  • As boas condições do ambiente de trabalho, como instalações, equipamentos, materiais;
  • O relacionamento com os demais integrantes do ambiente escolar;
  • A significância do ensinar, do proporcionar a ampliação de conhecimentos ao aluno é outro fator motivacional relevante;
  • Além da motivação externa, esta, normalmente instigada e aflorada pelo corpo técnico pedagógico e gestor da escola.

 

[1] Licenciado em Educação Física UPF – Universidade de Passo Fundo – RS; Cursando Pós Graduação em Organização Pedagógica da Escola: Gestão Escolar pela UNINTER.

[2] Pedagoga (UTP) Mestre em Educação- Currículo e Conhecimento (UFPR), Especialista em Sociologia Política ( UFPR),  MBA em Gestão Social e Sustentabilidade (UNICENP/SISTEMA FIEP/UNINDUS), Prof.ª  Pesquisadora/ Supervisora Estágio (IFPR)  Profª Orientadora de TCC do Grupo UNINTER.

MOTIVAÇÃO E EDUCAÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR – Uma pequena definição sobre Educação

Texto de ZANELLA, Marciano José [1]

Orientado por: BECKER, Jussara Mª P. [2]

Na sequência do Artigo “Motivação e Educação no Contexto Escolar” é feita uma pequena abordagem sobre Educação, conforme segue:

        Em seu sentido mais amplo, educação significa o meio em que os hábitos, costumes e valores de uma comunidade são transferidos de uma geração para a outra. A educação vai se desenvolvendo através de situações presenciadas e experiências vividas por cada indivíduo ao longo da sua vida.

            O conceito de educação engloba o nível de cortesia, delicadeza e civilidade demonstrada por um indivíduo e a sua capacidade de socialização.

            A concepção de Educação tem por base, o processo de ensinar e aprender, algo presente em qualquer tipo de sociedade, com a finalidade de disseminar, manter, perpetuar e ampliar o conhecimento adquirido e produzido por esta sociedade, bem como tornar viva a sua cultura.

            De acordo com Wittmann e Klippel (2010 – p 25) “As pessoas são produtos e produtoras de sua existência sócio-histórica: gente se produz historicamente. A educação é tudo o que fez ela se tornar quem ela é a partir da sua base biológica. Somos quem somos como resultado de nossa educação, desse processo histórico concreto de nossa própria produção.

            No sentido técnico, a educação é o processo contínuo de desenvolvimento das faculdades físicas, intelectuais e morais do ser humano, a fim de melhor se integrar na sociedade ou no seu próprio grupo.

            O termo Educação que provém do latim: educations, no sentido formal é todo o processo contínuo de formação e ensino aprendizagem que faz parte do currículo dos estabelecimentos oficializados de ensino, sejam eles públicos ou privados.

            O processo educacional atual é composto de vários níveis, determinados pela faixa etária em que os indivíduos se encontram, e consiste em ter indivíduos adultos, detentores de um determinado nível de conhecimento que proporcionam momentos onde ocorrem a disseminação, transmissão e produção de conhecimento.

            Os níveis educacionais atuais são determinados e denominados da seguinte forma: Educação Básica: Educação Infantil; Ensino Fundamental; Ensino Médio; Educação de Jovens e Adultos; Ensino Técnico. Educação Superior: Ensino Superior, Tecnólogo, licenciatura ou Bacharelado; Pós-Graduação ou Especialização; Mestrado; Doutorado; e Pós-Doutorado.

            Em cada um desses níveis, há conteúdos diferenciados a serem abordados, e maneiras ou metodologias diferenciadas para abordar os conhecimentos propostos em cada nível, afim de que o indivíduo alvo seja contemplado com a aquisição, assimilação e construção deste conhecimento.

            Além dos níveis e conteúdos diferenciados, outros fatores a serem observados são as Concepções de Educação. Elas são várias e representam um determinado período da História da Educação ou da evolução educacional. Dentre as concepções, duas ainda estão bem presentes nos dias atuais: a concepção Tradicional e a Progressiva. Elas apresentam conceitos conflitantes ou antagônicos, no que se referem às questões de teoria e da prática.

A Concepção Pedagógica Tradicional também conhecida como “Pedagogia Tradicional” foi introduzida no processo educacional por volta do início do século XIX, concepção esta centrado no Professor como sendo o único detentor do conhecimento, somente ele que sabe, aquele que está ali para transferir seus conhecimentos sobre determinados conteúdos aos alunos.

            Quanto aos alunos, estes eram tidos apenas como receptores de conhecimento, como se chegassem à escola, completamente desprovidos de qualquer tipo de saberes, inclusive com a denominação de “tábuas rasas” nos quais deveriam ser imputados os conhecimentos obtidos até então e que se encontravam em poder dos professores.

            A maneira pela qual esses conhecimentos eram repassados ou transmitidos aos alunos, era através de memorização, da fixação através da repetição, conforme Wittmann e Klippel (2010, p. 89).

O conteúdo, as informações ou o saber historicamente acumulado pela humanidade, deverão ser transmitidos pelos profissionais da Educação e deverão ser assimilados pelos educandos. O importante será que o aluno repita o saber existente, memorize, torne-se uma enciclopédia ambulante.

             Pouco interessava se o aluno havia compreendido, se o conteúdo despertava interesse ou se tivesse significado na vida do aluno. Bastava decorar, saber repetir o que havia sido repassado e o mesmo era considerado apto a prosseguir na escalada de níveis de ensino, por ter atingido os quantitativos exigidos para tal.

A Concepção Progressista veio justamente para questionar a Concepção Tradicional e propor aos educadores e demais entes envolvidos no processo educacional, uma reflexão ampla relativa ao aluno, como um ser que não se encontra desprovido de conhecimento quando chega ao ambiente escolar, como um ser que não é apenas um receptáculo de conhecimento, que ouve, assimila ou memoriza e assim seria considerado provido de conhecimento.

             Isso se caracteriza ao defender o aluno, o ser humano, como um ser cognitivo, provido de inúmeras capacidades, como por exemplo, a capacidade de interagir com os conhecimentos apresentados pelo professor, de compreender e dar significado para sua vida aos assuntos abordados nos diversos níveis de ensino; a capacidade de questionar e assim, criar e produzir novos conhecimentos a partir dos conhecimentos já existentes e apresentados pelos seus professores.

            Esta concepção nos direciona a visualizar o aluno como um ser social, que antes mesmo de chegar ao ambiente escolar, já adquiriu uma vasta gama de conhecimentos no convívio familiar, no convívio com os amigos e demais integrantes de interação diária.

            Outra reflexão à luz desta concepção, é o fator emocional, único e intrínseco a cada ser humano, que desde a concepção do indivíduo já passa a receber influências, e assim até adentrar na escola, é que essas influências e vivências formam as características emocionais que fazem os alunos reagirem e interagirem de formas diferentes, relativo a cada assunto proposto pelo professor.

 

[1] Licenciado em Educação Física UPF – Universidade de Passo Fundo – RS; Cursando Pós Graduação em Organização Pedagógica da Escola: Gestão Escolar pela UNINTER.

[2] Pedagoga (UTP) Mestre em Educação- Currículo e Conhecimento (UFPR), Especialista em Sociologia Política ( UFPR),  MBA em Gestão Social e Sustentabilidade (UNICENP/SISTEMA FIEP/UNINDUS), Prof.ª  Pesquisadora/ Supervisora Estágio (IFPR)  Profª Orientadora de TCC do Grupo UNINTER.

MOTIVAÇÃO E EDUCAÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR – MOTIVAÇÃO

Texto de ZANELLA, Marciano José [1]

Orientado por: BECKER, Jussara Mª P. [2]

           Para que façamos a relação entre Motivação e Educação, Tema do Artigo por mim elaborado através da pesquisa bibliográfica, antes é necessário descrever um pouco, de forma sucinta cada um desses elementos. No texto desta semana, publicaremos, como foi essa descrição sobre MOTIVAÇÃO no contexto do Artigo.

            A motivação é uma força interior que se modifica a cada momento durante toda a vida, onde direciona e intensifica os objetivos de um indivíduo. A motivação é algo interior, está dentro de cada pessoa de forma particular e intrínseca, na busca por poder, afiliação e/ou realização, que são adquiridas ao longo da vida, trazendo prestígio, status e outras sensações que o ser humano gosta de sentir.

            O termo motivação tem origem no latim moveres, que significa mover, ou seja, movimentar, trazer ação ao motivo em discussão, fazer acontecer, impulsionar, demonstrando que motivação é algo imprescindível na realização de toda e qualquer atividade desenvolvida. A motivação representa “um fator interno que dá início, dirige e integra o comportamento de uma pessoa”. (MURRAY, 1986, p. 20), Esta perspectiva que relaciona a motivação com uma energia interna é também defendida por outros teóricos.

            De acordo com o site www.significados.com.br,

            Motivação é um impulso que faz com que as pessoas ajam para atingir seus objetivos. Envolve fenômenos emocionais, biológicos e sociais e é um processo responsável por iniciar, direcionar e manter comportamentos relacionados com o cumprimento de objetivos. Motivação é o que faz com que os indivíduos deem o melhor de si, façam o possível para conquistar o que almejam…

            Motivação é um tópico muito estudado pela psicologia, para saber o que faz com que as pessoas se comportem da maneira que fazem, de onde sai a motivação, e o que ocorre quando as pessoas não são motivadas…

            A motivação é um elemento essencial para o desenvolvimento do ser humano. Sem motivação é muito mais difícil cumprir algumas tarefas. É muito importante ter motivação para estudar, para fazer exercício físico, para trabalhar, etc.

            A motivação pode acontecer através de uma força interior, ou seja, cada pessoa tem a capacidade de se motivar ou desmotivar, também chamada de auto-motivação, ou motivação intrínseca. Há também a motivação extrínseca, que é aquela gerada pelo ambiente que a pessoa vive, o que ocorre na vida dela influencia em sua motivação.

            Na área da psicologia, Maslow e McClelland criaram suas teorias para motivação. Maslow disse que o homem se motiva quando suas necessidades são supridas, como a auto-realização, auto-estima, necessidades sociais, segurança e necessidades fisiológicas. Já McClelland, indicou três necessidades que são essenciais para a motivação: poder, afiliação e realização.

          Na opinião de Pfromm (1987, 112) “os motivos ativam e despertam o organismo, dirigem-no para um alvo em particular e mantém o organismo em ação”.  Conforme Garrido (1990) a motivação é um processo psicológico, uma força que tem origem no interior do sujeito e que o impulsiona a uma ação.  De acordo com  Bzuneck (2000, p. 9) “a motivação, ou o motivo, é aquilo que move uma pessoa ou que a põe em ação ou a faz mudar de curso”.

            Para Balancho, e Coelho (1996) a motivação está ligada  à aprendizagem, é o centro dos estudos da psicologia científica, é um processo e, como tal,  suscita ou incita uma conduta, que sustenta uma atividade progressiva, que canaliza essa atividade para um dado sentido. Nesse sentido, motivação é tudo que desperta, dirige e condiciona a conduta. Pela motivação, consegue-se que o aluno encontre motivos para aprender, para se aperfeiçoar, para descobrir e rentabilizar conhecimentos e experiências.

[1] Licenciado em Educação Física UPF – Universidade de Passo Fundo – RS; Cursando Pós Graduação em Organização Pedagógica da Escola: Gestão Escolar pela UNINTER.

[2] Pedagoga (UTP) Mestre em Educação- Currículo e Conhecimento (UFPR), Especialista em Sociologia Política ( UFPR),  MBA em Gestão Social e Sustentabilidade (UNICENP/SISTEMA FIEP/UNINDUS), Prof.ª  Pesquisadora/ Supervisora Estágio (IFPR)  Profª Orientadora de TCC do Grupo UNINTER.

MOTIVAÇÃO E EDUCAÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR

MOTIVAÇÃO E EDUCAÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR

 Texto de ZANELLA, Marciano José [1]

Orientado por: BECKER, Jussara Mª P. [2]

           Conforme anunciado, como mudança de rota, na produção de textos do Blog, iniciamos ao dar publicidade ao Artigo da Pós Graduação em Gestão Escolar  pela UNINTER, de minha autoria, produzido a partir de pesquisa Bibliográfica. 

            É importante frisar, que o que me levou a tomar como tema da pesquisa MOTIVAÇÃO E EDUCAÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR, foi uma conversa com um então Secretário Municipal de Educação. Ao questionarmos tomadas de decisões do mesmo, sugerimos que fossem feitos momentos de formação aos educadores, palestras motivacionais.

            Naquele momento, o Secretário me questionou se por acaso, palestras motivacionais seriam a solução para os problemas educacionais. Disse-lhe que eram parte da solução. Mas a situação permaneceu em meu pensamento e passei a observar comportamentos no ambiente escolar e assim que tive a oportunidade passei a dissertar sobre o mesmo.

            Decidi pelo assunto e pela modalidade de pesquisa, a Bibliográfica, e pela minha surpresa, não há uma literatura muito vasta que aborde sobre as interferências dos fatores motivacionais dentro do ambiente escolar. Feito o Artigo, agora publicaremos pequenos trechos de cada vez, assim como o que segue, que faz uma abordagem geral a respeito do assunto:

            Ao longo do tempo, a busca pela qualidade educacional, vem sendo almejada, como instrumento de mudança para a sociedade, com o intuito de torna-la mais justa, democrática, pacífica e fraterna, pela criticidade dos cidadãos, advinda do processo educativo ao qual somos submetidos desde os primeiros anos de vida, até atingirmos a fase adulta.

            Este Artigo tem como objetivo, relacionar as interfaces e influências da Motivação como componente que pode interferir de forma direta ou indireta nos resultados finais da Educação.

            De que forma a motivação pode ser trabalhada pelo grupo Gestor e/ou pelo Corpo Técnico Pedagógico, de tal forma a surtir resultados visíveis em termos de ensino aprendizagem.

            Perceber o professor como agente motivador do processo educacional e ao mesmo tempo, como objeto da ação motivadora de Gestores e do Corpo Técnico Pedagógico.

            Compreender a influência que o fator motivação pode exercer no dia a dia dos educandos, afim de que os mesmos possam ter alterados os índices de resultados finais de forma positiva ou não.

            Metodologicamente o estudo caracteriza-se como descritivo exploratório e, se apoia em uma base teórica consistente por meio da pesquisa bibliográfica constituída pela análise de textos publicados, tanto na literatura especializada, como em periódicos (impressos e/ou disponibilizados na Internet).

 

 

[1] Licenciado em Educação Física UPF – Universidade de Passo Fundo – RS; Cursando Pós Graduação em Organização Pedagógica da Escola: Gestão Escolar pela UNINTER.

[2] Pedagoga (UTP) Mestre em Educação- Currículo e Conhecimento (UFPR), Especialista em Sociologia Política ( UFPR),  MBA em Gestão Social e Sustentabilidade (UNICENP/SISTEMA FIEP/UNINDUS), Prof.ª  Pesquisadora/ Supervisora Estágio (IFPR)  Profª Orientadora de TCC do Grupo UNINTER.

RESOLUÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Nº 56/2015 QUE REGULAMENTA A REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS É HOMOLOGADA PELO MINISTRO DE EDUCAÇÃO

No intuito de informar aos interessados, que buscaram ou buscam aperfeiçoamento (Pós Graduação Stricto Senso – Mestrado e/ou Doutorado) em Instituições Estrangeiras, repasso aqui, um site com todas as regulamentações publicadas ao longo dos tempos, inclusive, o PARECER HOMOLOGADO, Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 9/5/2016, Seção 1, Pág. 25. Sérgio Franco e outros – 0025, conforme consta na pagina do MEC http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=20871-parecer-309-camara-superior-educacao-2015-ces-pdf&Itemid=30192

Abaixo, consta um recorte da resolução retirada do site, com as determinações publicadas nesta semana.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PROJETO DE RESOLUÇÃO

Dispõe sobre normas referentes à revalidação de diplomas de cursos de graduação e ao reconhecimento de diplomas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado), expedidos por estabelecimentos estrangeiros de ensino superior.

O Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto nos arts. 8º, § 1º, 9º, incisos VII e VIII, e 48, §§ 2º e 3º, da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e no Parecer CNE/CES nº 56/2015, homologado por Despacho do Senhor Ministro de Estado da Educação, publicado no DOU de de de , resolve:

CAPÍTULO I DA REVALIDAÇÃO E DO RECONHECIMENTO

Art. 1º Os diplomas de cursos de graduação e de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado), expedidos por instituições estrangeiras de educação superior e pesquisa, legalmente constituídas para esse fim em seus países de origem, poderão ser declarados equivalentes aos concedidos no Brasil e hábeis para os fins previstos em lei, mediante processo de revalidação ou reconhecimento, respectivamente, por instituição de educação superior brasileira, nos termos da presente Resolução. Parágrafo único. Os processos de revalidação e de reconhecimento devem ser fundamentados em análise relativa ao mérito e às condições acadêmicas do programa efetivamente cursado pelo(a) interessado(a), levando em consideração diferenças existentes entre as formas de funcionamento dos sistemas educacionais, das instituições e dos cursos em países distintos.

Art. 2º A presente Resolução tem abrangência nacional, conforme o disposto no art. 48 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Parágrafo único. Para todos os fins, o cumprimento do caput deverá observar, quando for o caso, o disposto no § 1º do art. 8º e nos incisos VII e VIII do art. 9º da Lei nº 9.394, de 1996.

                                                CAPÍTULO III

                      DOS DIPLOMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU

Art. 17. Os diplomas de cursos de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado), expedidos por universidades estrangeiras, só poderão ser reconhecidos por universidades brasileiras regularmente credenciadas que possuam cursos de pós-graduação avaliados, autorizados e reconhecidos, no âmbito do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG), na mesma área de conhecimento, em nível equivalente ou superior.

§ 1º Os procedimentos relativos às orientações gerais e comuns de tramitação dos processos de solicitação de reconhecimento de diplomas de mestrado e doutorado estrangeiros serão estabelecidos pelo Ministério da Educação, por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), cabendo às universidades a organização e publicação de normas específicas.

§ 2º Os procedimentos de que trata o parágrafo anterior deverão ser adotados por todas as universidades brasileiras.

§ 3º A Capes deverá informar as universidades dos procedimentos de que trata o § 1º em no máximo 180 (cento e oitenta) dias da publicação da presente Resolução.

§ 4º O processo de reconhecimento de diplomas obtidos no exterior deverá ser admitido a qualquer data e concluído no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da data do recebimento do protocolo na universidade responsável pelo processo ou de registro eletrônico equivalente.

§ 5º No caso da não observância do disposto no parágrafo anterior, deverão ser aplicadas as penalidades, conforme o caso, do processo administrativo à instância reconhecedora da universidade, por órgão superior da própria universidade ou, quando for o caso, por órgãos de controle da atividade pública e de supervisão da educação superior brasileira.

§ 6º Ficam vedadas solicitações de reconhecimento iguais e concomitantes para mais de uma universidade.

Art. 18. O processo de reconhecimento dar-se-á a partir da avaliação de mérito das condições de organização acadêmica do curso e, quando for o caso, do desempenho global da instituição ofertante, especialmente na atividade de pesquisa.

§ 1º O processo de avaliação deverá considerar as características do curso estrangeiro, tais como a organização institucional da pesquisa acadêmica no âmbito da pós-graduação stricto sensu, a forma de avaliação do(a) candidato(a) para integralização do curso e o processo de orientação e defesa da tese ou dissertação.

§ 2º O processo de avaliação deverá considerar diplomas resultantes de cursos com características curriculares e de organização de pesquisa distintas dos programas e cursos stricto sensu ofertados pela universidade responsável pelo reconhecimento.

§ 3º Para o cumprimento do disposto no parágrafo anterior, a universidade poderá, a seu critério, organizar comitês de avaliação com a participação de professores e pesquisadores externos ao corpo docente institucional que possuam perfil acadêmico-científico adequado à avaliação do processo específico. PROCESSO Nº: 23001.000025/2011-60 Sérgio Franco e outros – 0025 18

§ 4º O(A) requerente do reconhecimento de diploma estrangeiro deverá atender às solicitações de informação da universidade reconhecedora, além da apresentação dos seguintes documentos:

I – cadastro contendo os dados pessoais e, quando for o caso, informações acerca de vinculação institucional que mantenha no Brasil;

II – cópia do diploma devidamente registrado pela instituição responsável pela diplomação, de acordo com a legislação vigente no país de origem e autenticado por autoridade consular competente;

III – exemplar da tese ou dissertação com registro de aprovação da banca examinadora, autenticada pela instituição de origem e por autoridade consular competente, com cópia em arquivo digital em formato compatível, acompanhada dos seguintes documentos: a) ata ou documento oficial da instituição de origem, contendo a data da defesa, o título do trabalho, a sua aprovação e conceitos outorgados, devidamente autenticados por autoridade consular competente; e b) nomes dos participantes da banca examinadora e do(a) orientador(a) acompanhados dos respectivos currículos resumidos, com indicação de site contendo os currículos completos;

IV – cópia do histórico escolar, autenticado pela instituição estrangeira responsável pela diplomação e pela autoridade consular competente, descrevendo as disciplinas ou atividades cursadas, com os respectivos períodos e carga horária total, indicando a frequência e o resultado das avaliações em cada disciplina;

V – descrição resumida das atividades de pesquisa realizadas e cópia impressa ou em endereço eletrônico dos trabalhos científicos decorrentes da dissertação ou tese, publicados e/ou apresentados em congressos ou reuniões acadêmico-científicas, indicando a(s) autoria(s), o nome do periódico e a data da publicação; e

VI – resultados da avaliação externa do curso ou programa de pós-graduação da instituição, quando houver e tiver sido realizada por instituições públicas ou devidamente acreditadas no país de origem, e outras informações existentes acerca da reputação do programa indicadas em documentos, relatórios ou reportagens.

§ 5º Caberá à universidade responsável pela análise de reconhecimento solicitar, quando julgar necessário, ao(à) requerente a tradução da documentação prevista no § 4º.

§ 6º O disposto no parágrafo anterior não se aplica às línguas francas utilizadas no ambiente de trabalho da pesquisa institucional, tais como o inglês, o francês e o espanhol.

§ 7º O tempo de validade da documentação acadêmica, a que se refere o § 4º, será o mesmo adotado pela legislação brasileira.

§ 8º O reconhecimento do diploma, quando ocorrer, deverá preservar a nomenclatura do título do diploma original.

§ 9º A universidade responsável pelo reconhecimento deverá apostilar o diploma, reconhecendo como equivalente a mestrado ou a doutorado e, quando for o caso, constar a correspondência entre o título original com a nomenclatura adotada no Brasil.

Art. 19. Caberá à Capes, em articulação com as universidades responsáveis pelo reconhecimento de diplomas estrangeiros, tornar disponíveis, para todos os interessados, informações relevantes, quando houver, aos processos de reconhecimento de diplomas de cursos de pós-graduação stricto sensu, tais como:

I – relação anual de programas de pós-graduação stricto sensu do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG), avaliados e recomendados pela Capes;

II – relação de cursos de pós-graduação stricto sensu que integram acordo de cooperação internacional com a participação da Capes, detalhando os termos do acordo, e a justificativa; e

III – relação de cursos ou programas de pós-graduação stricto sensu estrangeiros que PROCESSO Nº: 23001.000025/2011-60 Sérgio Franco e outros – 0025 19 tiveram diplomas já submetidos ao processo de reconhecimento no Brasil nos últimos 10 (dez) anos e seu resultado. Parágrafo único. As informações referidas no caput, quando existentes, deverão ser organizadas e tornadas acessíveis por meio de procedimentos e mecanismos próprios definidos e gerenciados pela Capes.

Art. 20. Cursos de pós-graduação stricto sensu estrangeiros, cujos diplomas tenham sido objeto de reconhecimento nos últimos 10 (dez) anos, receberão, da universidade responsável pelo reconhecimento do diploma, tramitação simplificada.

§ 1º A tramitação simplificada de que trata o caput deverá se ater exclusivamente ao exame da documentação comprobatória da diplomação nos cursos especificados no caput, prescindindo de análise aprofundada ou processo avaliativo específico.

§ 2º Caberá à universidade avaliadora do reconhecimento, ao receber e constatar a informação de que trata o caput, encerrar o processo de reconhecimento em até 90 (noventa) dias, contados a partir da data do protocolo do(a) interessado(a).

Art. 21. Todos(as) os(as) diplomados(as) em cursos estrangeiros que tenham recebido estudantes com bolsa concedida por agência governamental brasileira terão a tramitação da solicitação de reconhecimento idêntica ao disposto no art. 20 desta Resolução.

Art. 22. Participantes do Programa Ciências sem Fronteiras terão seus diplomas e estudos reconhecidos de acordo com o disposto no art. 20 desta Resolução.

Art. 23. Cursos de pós-graduação stricto sensu estrangeiros indicados ou admitidos em acordos de cooperação internacional que não tenham sido submetidos a processo de avaliação por organismo público brasileiro ou que, em caso de avaliação, tenham recebido resultado negativo seguirão tramitação normal, não sendo submetidos ao disposto no art. 20 desta Resolução.

Art. 24. No caso de a solicitação de reconhecimento de diploma ser denegada pela universidade avaliadora do reconhecimento, o(a) interessado(a), superadas todas as instâncias de recurso da instituição educacional, terá direito a apenas uma nova solicitação em outra universidade.

§ 1º Caberá à Capes tornar disponíveis, por meio de mecanismos próprios, ao(à) interessado(a) a relação e informações dos cursos de pós-graduação stricto sensu nas universidades brasileiras.

§ 2º Esgotadas as possibilidades de acolhimento do pedido de reconhecimento, caberá recurso, exclusivamente justificado em erro de fato ou de direito, à Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação.

§ 3º No caso de acatamento do recurso por parte do Conselho Nacional de Educação, o processo será devolvido à universidade responsável pelo reconhecimento para nova instrução processual e correção, quando for o caso, do erro identificado, no prazo máximo de 60 (sessenta) dias. CAPÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

Art. 25. Os procedimentos de que trata esta Resolução deverão ser adotados por todas as universidades brasileiras no prazo de 120 (cento e vinte) dias a contar da data de sua publicação.

Art. 26. Portadores de diplomas de cursos de graduação obtidos no exterior que, por ventura, não identifiquem curso similar ou equivalente em universidades devidamente credenciadas e habilitadas nos termos desta Resolução, deverão solicitar a informação referente à universidade para revalidação junto à Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação. PROCESSO Nº: 23001.000025/2011-60 Sérgio Franco e outros – 0025 20

Art. 27. Portadores de diplomas de cursos estrangeiros de pós-graduação stricto sensu poderão identificar a informação referente à universidade apta ao reconhecimento no Sistema Nacional de Pós-Graduação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Art. 28. Processos de revalidação e de reconhecimento, já protocolados em universidades, deverão ser finalizados em, no máximo, 90 (noventa) dias a partir da data de publicação desta Resolução.

Art. 29. O disposto nesta Resolução deverá ser integralmente observado pelas universidades que receberam protocolos de solicitação de revalidação ou reconhecimento com anterioridade de 60 (sessenta) dias da data de sua publicação.

Art. 30. Interessados(as) que tenham processo de revalidação ou reconhecimento em andamento poderão optar por novo Protocolo, nos termos desta Resolução, em até 30 dias após sua publicação. Art. 31. Os casos omissos nesta Resolução serão dirimidos pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação.

Art. 32. Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogados o art. 4º da Resolução CNE/CES nº 1/2001, e as Resoluções CNE/CES nos 1/2002, 8/2007, 6/2009 e 7/2009, e demais disposições em contrário.

MUDANÇA DE ROTA

Aos leitores  que frequentemente tem visto os textos por mim elaborados ou postados, anunciamos uma pequena mudança de rota.

Essa mudança de rota, se dá justamente em relação aos reais objetivos que temos em relação ao Blog.

    Iniciamos apresentando um pouco do local onde vivemos, sua realidade, suas particularidades, algumas coisas apenas…um pouco daquilo que acreditamos… e nessa mudança de rumo, não significa que não falaremos mais sobre a cidade que nos acolheu ou nossas opiniões.

         Preferencialmente, passaremos a produzir e/ou publicar textos um pouco mais direcionados à área da educação, por ser minha área de atuação e que de agora em diante passaremos a exercitar a pesquisa em função dos estudos do mestrado em Ciências da Educação.

         É Minha intenção publicar  neste espaço a produção científica após aprovação da Doutora que nos acompanha.

        Bem como, deveremos manter uma periodicidade semanal nas publicações do Blog.

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Publicitário, desde 1988, Sociólogo, especialista em segurança, defesa e pós graduado em Comércio Exterior. Diretor Presidente da Bm4, Editor Geral da Revista Qap em Alerta e Presidente do Instituto Pernambucano de Segurança-Frei Caneca

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